Não sei, digo eu


Rui Rocha,

Se é verdade que a “festa brava” é fundamental para evitar a extinção do “touro de lide”, já começávamos a  tourear linces da malcata.

9 comentários em “Não sei, digo eu”

  1. E diz muito bem.

    Escuto esse argumento em ambiente familiar (com sólidas e profundas raízes alentejanas) desde que me lembro, logo após ainda menino, ter comunicado nunca mais comparecer a uma “corrida”. E Extremoz ficou ainda mais bela.

    Forte abraço.

    David

      1. O “x” neste caso, altera completamente o local.

        Obrigado.

        Os estremocenses que me perdoem, porque a minha família não o fará.

  2. evitar a extinção do “touro de lide”

    É claro que isso não interessa muito, pois o “touro de lide” não é nenhuma espécie animal peculiar. Porém, a criação de touros de lide tem efeitos ecológicos bastante positivos, ao permitir a manutenção de alguns ecossistemas bem interessantes, os quais caso contrário seriam provavelmente delapidados e/ou entregues a atividades agrícolas intensivas e mais penalizadoras para a Natureza.

  3. Se atravessar o Caia, a perspectiva é diferente…
    “El planeta de los toros”, segundo Marañon – y alli se muere de verdad…

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