(créditos: Foreign Brief)
Enquanto o invasor russo vai destruindo e matando, e os novos aliados não se põem de acordo quanto aos passos a dar para reposição da paz e segurança na Ucrânia, seria bom não esquecer que o ditador Putin não está sozinho na sua cruzada contra o povo ucraniano, contando para tal com a prestimosa e subserviente ajuda de Alexander Lukashenko e da sua clique.
O ditador bielorrusso, que se ufana de ser “the last and only dictator in Europe“, esteve desde a primeira hora ao lado do urso de Sochi, permitindo-lhe o estacionamento de tropas e franqueando-lhe o acesso através das suas fronteiras ao território ucraniano.
Apesar de algumas sanções terem, entretanto, sido aprovadas em consequência da invasão russa, o regime de Lukashenko deverá ser tratado e colocado ao mesmo nível do de Putin, sendo penalizado pelo auxílio dado à invasão do Estado contíguo.
Não pode haver condescendência com a mafia putinesca. É tão ladrão o que vai à vinha como o que lhe faculta os meios, o ajuda a levar o escadote e ainda fica de vigia para que o outro consuma o furto.

ocidente ou acidente?
« agarrem-me ou faço uma desgraça! »
Será peão crucial se Putin quiser depois da Ucrania cercar os Balticos fazendo a ligação com Kalinigrad pelo corredor de Suwalki… e começar a 3ºGuerra Mundial… são só 50km
https://it.wikipedia.org/wiki/Confine_tr a_la_Lituania_e_la_Polonia
E o bíblico Bolsonaro? Na semana anterior foi até lá para garantir não lhes faltar carninha..
Este russo que o Sérgio de Almeida Correia apresenta na foto é um urso de brincar, um ‘urso de peluche’ para o qual, como diz, não deve haver contemplações. Porém, mais importante, é o outro urso, o que não aparece nesta foto: o ‘urso panda’. Esse sim tem mais responsabilidades, ainda que encapotadas e é mais preocupante para todos nós e sobre o qual devemos ter atenção.
Lukashenko é uma personagem particularmente repugnante. Depois das eleições fraudulentas, teve aqueles episódios dignos de um salteador como o desvio do avião para Minsk para prender um jornalista e aproveitou-se de milhares de refugiados que levou para a fronteira do Polónia, abandonando-os à sua sorte e ficando-lhes com o dinheiro. Não pode mesmo haver condescendência.