Quando se passa meia vida no PSD e um dia se quer bater o pé, o melhor é pedir primeiro explicações ao Pacheco Pereira, que tem grande estaleca a trabalhar com os pés.
Sim, que andar a oferecer bombons ao adversário é uma ideia de que o Pacheco Pereira nunca se lembraria. Bate-se o pé, rompe-se uma sola, mas mais nada além disso. Menos ainda ensaiar aproximações ao adversário, que é atitude própria de um valentíssimo saloio.
Qualquer mimo oferecido ao adversário há-de sair caro e acabar mal. Tão caro e tão mal que depois é melhor nem ver o resultado.



Nunca saberei o que mais me irrita no cromo… se a vira casaquice, se a boçalidade prepotente.
Mistura as duas e vais ver o efeito: ele vira a boçalidade e toca o mesmo…
Valentim é naïf, coisa que não se pode dizer de Pacheco, cujo caso me parece bem mais grave.
Sem qualquer dúvida, Alberto. Mas não caia em tentações excessivas. Naïf é ingénuo e convenhamos que ser ingénuo é uma das últimas coisas que a gente se lembraria de chamar ao Valentim. Certo?
Talvez eu não tenha sido rigoroso no uso do termo, mas tenho a certeza de que V. percebeu o sentido do que escrevi. Saudações.
Claro que sim, meu caro. Por isso comecei por lhe dizer: sem qualquer dúvida.
Eu gosto da cara “satisfeita” do Sócrates, que se vê obrigado a sorrir por causa das câmaras, ao mesmo tempo que pensa: “Balhamedeus!”
É mais ou menos isso, mas acho que ele estava a pensar: ca g’anda piroseira…
Também serve
Eheh…