Lacrymosa (2006) – Evanescence
É a sétima faixa do álbum The Open Door, o segundo gravado em estúdio pelos Evanescence. Depois do fulgurante sucesso de Fallen – o álbum que lançou a banda no estrelato em todo o mundo – The Open Door é considerado o seu disco de consagração: maduro, poderoso e denso. Vendeu oito milhões de cópias, esteve mais de cem semanas no topo da lista da famosa Billboard e tem rendido ao grupo concertos esgotados e muitos, muitos dólares. Os autores creditados de 12 das 13 canções de The Open Door são Amy Lee (vocalista) e Terry Balsamo (guitarrista), e Lacrymosa não é a excepção. No entanto, apesar do título sugestivo, do coro e da orquestra de fundo, nem como “inspirador” o genial Amadeus tem direito a umas letrinhas de agradecimento…
É a vida.
Lacrimosa (Requiem) – Wolfgang Amadeus Mozart
O deslumbrante Requiem de Mozart, aqui pelo Coro da Ópera de Viena e Orquesta Filarmónica de Viena, dirigida pelo maestro Karl Böhm.

Oiça Lacrimosa… os verdadeiros…
????
http://en.wikipedia.org/wiki/Lacrimosa_%2 8band%29
Ah, agora percebi. Não conhecia a banda e confesso que gothic rock e heavy metal não são a minha praia musical. Mas obrigada.
Mas como é possível? Não se trata de uma tentativa de mascarar, o coral está lá e tudo. A menos que pensem que o público que lhes compra os discos conhece a obra de Mozart e por isso considerem desnecessário mencioná-la. Hummm.
O Requiem de Mozart é de tal maneira conhecido no mundo inteiro, que pensar plagiá-lo impunemente seria de uma ingenuidade inacreditável. Ainda por cima, como dizes, se há partes do original no fundo musical da canção. Mas o que custava referir Mozart nos créditos da melodia, se nem sequer obriga a pagamento de direitos de autor?? Seria, no mínimo, de bom gosto. Nestes casos, fica-me sempre a dúvida: será “a ver se passa”?
É isso mesmo, Ana. Não há demérito nenhum em recriar temas feitos por outros criadores, mas por uma questão de transparência tal deve ser sempre referido.
Claro, só fica mal a quem não o faz.
Pobres e mal agradecidos. Custava-lhes muito falar do inspirador.
Mal agradecidos, de facto. Ele deu-lhes bom dinheiro a ganhar com esta música…
Flagrante, indeed 🙂
:))