«A residir em Nova Iorque, [Gabriela] Albergaria foi, a par de Yoko Ono ou Joseph Beuys, uma das artistas contemporâneas convidadas para a exposição (…)»
Notícia da Lusa
«A residir em Nova Iorque, [Gabriela] Albergaria foi, a par de Yoko Ono ou Joseph Beuys, uma das artistas contemporâneas convidadas para a exposição (…)»
Notícia da Lusa
Mantenhamos o espírito aberto: o “ou” pode ter sido usado como “aliás” ou “aka” – significando que Joseph Beuys não é senão um pseudónimo de Yoko Ono… (eheheheh)
Também há outra hipótese: é que se fosse usado o “e”, daria, no caso em concreto, um resultado ímpar.
Imparcialidade é bom…
Quereriam,talvez, dizer “a par de uma Yoko ou de um Joseph”, com uso exemplificativo que nos desse a perceber a importância da exposição.
Dizemos dizer, por exemplo, Cavaco não está a par de um Churchill, ou de um De Gaulle ou de um Sr. Armindo ( o presidente da minha junta de freguesia).
Hum…
E afinal quantos artistas foram convidados para exposição? E quantos deles residem em Nova Iorque? E quantos deles são mulheres? E quantos deles são portugueses?
Não perca as emocionantes respostas mais logo, num noticiário perto de si. A par de outras notícias importantes como a situação da Grécia ou (perdão, e) o destino dos habitantes da Casa dos Segredos.