Não satisfeito de ter ficado conhecido como “o alemão” numa visita que fez à Grécia, ainda se predispõe a ir para o twitter fazer a propaganda que internamente o seu Governo oferece aos indígenas. Convidado pelo economista Philippe Legrand a contrariar os factos que este apresentara e a dar os seus números, amuou e foi à vida. Quando um secretário de Estado se presta a este tipo de operações e depois acaba por ser motivo de gozo internacional, compreende-se que só sirva para consumo interno. O jornalista e ensaísta austríaco Robert Misik chamou-lhe funny clown, pois claro. Ele e os que lhe pagam o salário para que possa andar a twittar vacuidades nas redes sociais. Com o do Licor Beirão e o da Cultura constituem um trio de secretários de Estado de antologia.
Não conseguimos é habituarmo-nos
Sérgio de Almeida Correia,

A continuar assim, vai ficar conhecido como o Galamba do PSD.
É difícil. O Galamba é licenciado numa faculdadezeca de 2ª ou 3ª ordem e o Maçães é Doutorado por Harvard, a 1ª Universidade Mundial.
Também é normal que um marxista de extrema esquerda (Misik) o queira apoucar. Quanto a Legrand, um licenciado em economia com um mestrado, é um membro do establishement da burocracia europeia. Ser adviser do Barroso como topo de carreira não é propriamente algo que seja motivo de orgulho.
Será que o nosso (des)governo ainda consegue ser pior do que o do Syriza?
Sempre além de qualquer coisa, primeiro da Troika, agora do governo do Syriza.
Coitado do rapaz, tentou imitar no Twitter o Athayde e os seus cartazes socialistas. A chacota era inevitável.
“Não satisfeito de ter ficado conhecido como “o alemão” numa visita que fez à Grécia.”
Olha eu que pensava que os socialistas não usavam supostas características étnicas como argumento…os tempos mudam…
Para mim se for o que penso é meritório ser “Alemão”.
Mas o que é mais estranho é os socialistas como o autor concordarem com os máximos de 3% de défice e os 60% de Dívida Publica “Alemães”.
Sérgio: o 1º link (do licor beirão) não funciona.
Funciona, sim. De qualquer modo, também pode ser visto aqui: rwLk
https://www.youtube.com/watch?v=imCC4Tj
Fui ver o link que enviou. Concluo que se o chamar, a si, “palhaço” (sem mais – o que não faria, nem farei), então, o Sr. Sérgio de Almeida Correia passaria a ser um “alvo de gozo nacional” e que, se for chamar o meu vizinho de cima para o fazer, que é francês, então o Sr. Sérgio Almeida Correia passaria a ser “alvo de gozo internacional”. Concluo, ainda, que “Philippe, you would do better to recognize your predictions were wrong. Portugal growing without debt for first time in 40 years” conforma uma “resposta irada” e que recusar-se a discutir com alguém que mente é “embaraçoso” (noto que, ao contrário que o “reputado economista” afirma, o desemprego em Portugal desceu e que o nosso PIB continua superior ao da Polónia). Concluo ainda que se revê no comentário do amigo do “reputado economista” que diz – certamente com espírito, pois, mein lieber Gott, é um “jornalista e ensaísta austríaco” – “what a funny Clown this Bruno is, Philippe. Tell me this Guy is a satirical project”. Acho que não preciso de concluir mais nada, para concluir que este é o seu post mais feliz.
Já que tem uma imaginação suficientemente fértil para tirar as conclusões e lançar os foguetes, não se esqueça de ir também apanhar as canas.
Tirando isso, deve ser normal um secretário de Estado andar pelo twitter…
O Papa Francisco e o Presidente dos EUA parece que andam. Eu, certamente não ando.
E eu acho bem?
Isso serve de justificação para que os membros do Governo também andem por lá às “cabeçadas” e acabem enxovalhados? O Presidente da República às vezes também anuncia no Facebook. Isso é argumento? Também lhe parece bem?
Entre Maçães, Obama e o Papa não há diferença nenhuma. Têm todos uma “agenda global”.
Internacional ‘gozo’ é termos de ver, ouvir e ler sobre um ex-primeiro ministro que está a ver o sol aos ‘códradinhos’ e que diz que “amigos fraternos” lhe ‘emprestam hemorrágicamente’ Euros aos milhões- o ultimo a gozar á grande foi um dos ‘sobas’ do ‘ZeDu’ Angolano a mandar uma sempre esganiçada ex-embaixadora cuidar dos ‘presos politícos’ que há em Portugal…
Ou, outro delicioso “internacional gozo” em fins de Março de 2011, termos a D. Dilma em Coimbra a alfabetizar a xuxa prensa do Burgo que o Banco do Brasil só pode comprar “dívida de outros países” com ‘tripelo’ AAA, quando a lusa-xuxalada andava a alardear que o Brasil se mostrava “aberto a comprar divida”.
Para chegar a trio de Antologia, juntamoS-lhe aquele (agora) reformado do BES que teve a EDP e o Estado Português a ‘comprar-lhe’ cátedra na Universidade de Columbia NYC e que se terá ainda queixado do bodo que não lhe permitia ‘apartement’ nem no Upper West Side [ou Park Av. no Upper East Side] ali assim mais ao pé do Colombus Circle.
Sobre Mr Legrain (e Mr Maçães) os ‘posts’ disputam razões mais ou menos académicas/jornalisticas sobre a economia lusa no “Twitter”, ambos com ‘biases’ ideológicos claros na sua disposição e oposição . Mr Legrain é particularmente ‘genial’ no ‘picking up’ dos ‘ 7 years ago’. quando o delirio socretino está no auge do ‘embezzlement’ das contas públicas para ganhar as eleições que se aproximavam. Mr Maçães até refere um ‘facto’ – que Portugal cresce sem se estar a endividar (excluído serviço de divida), mas para discipulos da LSE – ou para português perceber, as referências pop na politica lusa destes discipulos são aqueles que recitam que ‘o dinheiro sempre aparece’, “que há mais vida para além do défice’ ou que “a divida não se paga, vai-se pagando’ – não é muito convincente. O aparecimento do comparsa austriaco e a calibração de ‘encómios’ subsequentes revela apenas a sabedoria antecipada por Visconti – o aristocrata comunista – “”I corvi vanno a schiere, l’aquila vola sola”, o que nos permite mais o topar dos corvos, que não o investir Mr Maçães da condição de Aguia – que não sei se tem ou saberei qual o clube de futebol da sua simpatia (e receio que se se confirma-se um correcto enquadramento de tal águia neste capítulo, quem promoveria ‘internacional gozo’ seria eu) !!!!
Boa Noite e boa sorte
Não está a falar do Varoufakis? Esse sim encaixava-se e ainda se encaixa como uma luva no seu texto.
Parece-me que é preciso muita imaginação para ver algum motivo de gozo em meia dúzia de tweets em que ambos defendem uma posição e que ninguém sai convencido. Qual é que seria a alternativa? Vxa sempre que se defende aqui no blog gosta quando gozam consigo por defender as suas posições? Acha injusto ou injusto quando lhe chamam palhaço? Que peguem nas suas características físicas e façam disso argumento?
Depois “arranca rabos” desse tipo no tweeter é a mato e dizem muito pouco, já quem os propaga, tira conclusões e rejubila mostra muito de onde vem e o que pretende. É o desespero, dizem.
“características físicas”?
Alguém falou nisso? Alguma vez me viu ou ouviu gozar com as características físicas de alguém? O(A) senhor(a) é parvo(a)?
A última pergunta está a mais. Escusava de ter sido formulada.
As minhas desculpas à/ao visada/o e aos leitores. Os dias não são todos iguais.
….ah! E como é que se define gozo internacional? Devem ser critérios do autor que teve de se socorrer do google para tentar apanhar qualquer coisa que sustentasse a opinião. Vamos ver se estes posts também são aprovados, para provar que afinal lida bem com o gozo.
https://www.youtube.com/watch?v=J_nG9IYQ wyk
Devia ter ficado entre aspas, aí tem razão.
Com o gozo lido bem. Não gosto é de ser enganado, nunca gostei. Nem por uns, nem por outros. Não tenho paciência para trafulhas e “chicos”.
Estes não chegam a ministros.
O do licor chegou bem mais longe. Tornou-se o presidente da república dos emigrantes, e pelos vistos, com cargo vitalício. Esse sabe-a toda. Nem o Sócrates lhe conseguiu tocar. Quanto mais o gozam, mais se enterram. Verdadeira espinha atravessada na garganta dos xuxas (e não só)…
O Sérgio de Almeida Correia levantou o vespeiro, estão de férias mas a tablete está sempre on, pronta a ser usada no arremesso dos mais imberbes argumentos ou fantasiosas estórias.
Quanto á actuação em si do Sec. temos de nos habituar pois o exemplo vem sempre de cima e se ele (o exemplo) é péssimo porque não haveriam os subordinados de lhe querer ficar quase á frente.