O que me espanta é a quantidade de comentários que a maioria das noticias têm. Infelizmente é o que se arranja, nem têm a decência de publicar desmentidos. E para compor o ramalhete por vezes nem nas noticias verdadeiras demonstram a capacidade de dar os detalhes correctos das noticias que escrevem e isto ocorre de forma geral também nos outros media.
Muitas chefias incentivam os jovens jornalistas a proceder assim. «Deixa estar, tanto faz se bate certo ou não. Interessa é ter muitos cliques.» Não exagero. É mesmo assim. Tal como há directores de jornais que imploram aos jornalistas para não lhes trazerem “notícias incómodas”. Só querem histórias fofinhas. Alegando que «para chatices já bastam as da vida real».
Infelizmente acredito que seja, deve ser como certos empresários que só querem verde nos gráficos de excel, mesmo que a realidade seja vermelha, mas o mais grave é que este tipo de comportamento está enraizado desde o topo até á base da pirâmide social e quem chama os bois pelos nomes e diz as verdades mesmo que em surdina ainda é mal visto pelos colegas de trabalho.
trabalhar exclusivamente para os resultados, descurando o processo, ou colocando-o em terceiro, quarto, por aí fora plano. se já é uma má prática em qualquer área, mais grave – muito mais – é ensiná-la. estamos a ficar terrivelmente pobres, frios e sem caráter.
é a isto que se chamam “fake news”?
A isto eu chamo bolas fora. Ou bolas p’rà bancada.
Penso que é mais que fake news, é mesmo uma descarada ausência de vergonha na cara.
António Cabral
Vale tudo. Noticiar uma coisa e o seu contrário, com poucas horas de intervalo.
Desde que gere cliques, tudo bem.
A Professora Teodora Cardoso escreve para a Bola?
Não me consta tal coisa.
O que me espanta é a quantidade de comentários que a maioria das noticias têm.
Infelizmente é o que se arranja, nem têm a decência de publicar desmentidos.
E para compor o ramalhete por vezes nem nas noticias verdadeiras demonstram a capacidade de dar os detalhes correctos das noticias que escrevem e isto ocorre de forma geral também nos outros media.
WW
Muitas chefias incentivam os jovens jornalistas a proceder assim. «Deixa estar, tanto faz se bate certo ou não. Interessa é ter muitos cliques.»
Não exagero. É mesmo assim.
Tal como há directores de jornais que imploram aos jornalistas para não lhes trazerem “notícias incómodas”. Só querem histórias fofinhas. Alegando que «para chatices já bastam as da vida real».
Infelizmente acredito que seja, deve ser como certos empresários que só querem verde nos gráficos de excel, mesmo que a realidade seja vermelha, mas o mais grave é que este tipo de comportamento está enraizado desde o topo até á base da pirâmide social e quem chama os bois pelos nomes e diz as verdades mesmo que em surdina ainda é mal visto pelos colegas de trabalho.
trabalhar exclusivamente para os resultados, descurando o processo, ou colocando-o em terceiro, quarto, por aí fora plano.
se já é uma má prática em qualquer área, mais grave – muito mais – é ensiná-la.
estamos a ficar terrivelmente pobres, frios e sem caráter.