Ana, leio, assino, como fiz durante estes anos todos. Apesar disso, quando vi o teu post, pensei: Agora é tarde/ Inês é morta. Dá-me para o Camões, o que queres? beijos de boa noite querida Ana
Em termos de “desobediência” à lei vigente é exactamente o mesmo, Carlos. E ninguém disse que VGM obriga todos os funcionários do CCB a escrever na grafia que considera correcta. Mandar retirar o corrector automático dos computadores não impede ninguém de escrever em acordês, se o quiser fazer.
Ana, leio, assino, como fiz durante estes anos todos. Apesar disso, quando vi o teu post, pensei: Agora é tarde/ Inês é morta. Dá-me para o Camões, o que queres? beijos de boa noite querida Ana
Patrícia querida… e a reencarnação? 🙂
Beijos e boa noite para ti também, miúda.
Nunca é tarde demais para corrigir um erro.
Também acho, Vasco (o outro?)
Outro que não esse.
a pretexto do “ao”, uma oportunidade para ouvir uma espécie de aplicação do “ao”, que os jethro tull fizeram em 1969, a um “bourrée” de jb:
o “bourée” dos jethro tull:
http://www.youtube.com/watch?v=iWJgJkVL0 xM&feature=related
Nunca será tarde para voltarmos atrás.
Antes isso que este disparate sem nexo, este verdadeiro assassínio da nossa língua, da nossa identidade.
Exactamente, Alexandra.
Cara Ana Vidal,
Fiz link e agradeço.
Um abraço.
Eu é que agradeço, Ana Paula. E a língua portuguesa também.
:))
Os sons querem dizer alguma coisa? Adriano Celentano, com Prisencolinensinainciusol c/ inglês inventado…corria o ano de 1974…
http://www.youtube.com/watch?v=FcUi6UEQh 00
Grande ritmo, Luck! Não conhecia isto e adorei.
a casa de serralves não terá adoptado o “ao”, mas também não o rejeitou.
parece que cabe a cada um optar pela sua utilização.
veja-se o texto, apresentado no site da fundação, descritivo desta actividade:
http://www.serralves.pt/actividades/deta lhes.php?id=2057
Em termos de “desobediência” à lei vigente é exactamente o mesmo, Carlos. E ninguém disse que VGM obriga todos os funcionários do CCB a escrever na grafia que considera correcta. Mandar retirar o corrector automático dos computadores não impede ninguém de escrever em acordês, se o quiser fazer.