6 comentários em “Na verdade, não me parece nada de extraordinário”

  1. E eu conheço um político português que foi estudar para França e algum tempo depois disse que escreveu um livro em francês, para mais tarde o traduzir, ele próprio, para português, livro que estará à venda em Portugal.
    Mas eu não acredito que ele seja capaz de escrever escorreitamente naquela língua e, consequentemente, que não fez tradução nenhuma.

  2. Sequência clássica. Obtida riqueza material julga-se que “poder” é que é. Não é, constata-se. Ambos, riqueza e poder, são “impessoais”, “vãs glórias de …”.

    Seguidamente há quem arrisque lá prós lados da cultura … dos outros. Também não sacia egos descontrolados. Mas tem uma vantagem. Tirando os correligionários da capelinha deixa o resto dos mortais em paz.
    Obrigado. Hufff !.

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