– Já reparaste como ela acha gracinha a tudo o que o marido diz?
– Vê-se que é feliz com ele.
– Até porque nem se preocupa em mostrá-lo.
– Quem é feliz não precisa.
– Nem quer.
– Pois, a verdadeira felicidade não se exibe.
– Às vezes até se esconde, à cause des mouches.
– E é tranquila.
– Tão tranquila.
– Deve ser por isso que ela nem rugas tem.
– É a feliz do grupo.


Muito bom, mesmo bom, a felicidade tem de se esconder. Sim, há quem não a suporte, quanto às rugas, já não sei:) essa coisa de ser a feliz do grupo é muito bom! Gosto muito da tua crónica de costumes, aprende-se tanto a ouvir / ler os outros, bem hajas. Beijos
Hum… elogios, ou seja, mimo. Não imagino melhor começo de ano 🙂
Obrigada, Patrícia. Beijos
Quem me dera ser feliz com alguém 🙁
Mas esse alguém, tem que nos fazer mesmo feliz, caso contrário, ficamos com rugas…ah pois é!! 🙂
A menos que fiquemos com rugas aos cantos da boca. Essas são boas, são as dos sorrisos. Desejo-lhe muitos motivos para sorrir em 2014.