Esta empresa parece que teima em não sair da primeira página. Não vale a pena bater no ceguinho, mas não custa nada recordar o que já aqui se deixou. Deve ser possível aprender alguma coisa com o que se tem passado e isto não tem rigorosamente nada que ver com o trabalho de todos aqueles que em nome dela andam de manhã à noite e em quaisquer condições atmosféricas pendurados nos postes deste país.
Na berlinda
Sérgio de Almeida Correia,

Muitas vezes, as nossas “empresas de excelência” são concessionárias públicas ou semi-públicas de serviços básicos. São sempre empresas de topo porque têm a vida fácil: nós pagamos. Obviamente, é batota.
Será que o Rui Pedro, agora que deixou a administração, também andará ao tempo a reconstruir a ‘rede’?