Isto é fantástico. As disciplinas são tão importantes que acabam por uma questão orçamental. O fim das “disciplinas” de Área Projecto e Estudo Acompanhado, definido em orçamento de Estado, diz muito sobre a desorientação do Ministério da Educação. Não me interpretem mal, ainda bem que acabam essas perdas de tempo, mas mal vai o país em que o currículo escolar é definido pelo Ministério das Finanças.
Montanha russa
cadernoelastico,

Teixeira dos Santos poderia mudar de pasta, tornando-se ministro da Inducação. Mas quem ficaria no Ministério da Penúria?
totalmente de acordo… pensei exactamente nisto quando li a notícia. e já agora fica uma questão: as escolas privadas serão obrigadas pelo ME a manter as ditas disciplinas?
Essas áreas curriculares não disciplinares não fazem sentido, Ana Margarida. Já havia boatos antes de que iriam acabar, felizmente para as crianças, digo eu.
Resumindo: em Portugal, a Educação é uma área sem projecto e o Estudo não é acompanhado!!!
O fim do Estudo Acompanhado e da Área de Projecto. Eis, para os incréus, mais uma prova da existência de Deus! Ou a prova de que há males que vêm por bem. Para quem está fora das escolas, é difícil compreender a inutilidade e a tortura que essas áreas não curriculares constituem para professores e para alunos. Para quem está dentro, é difícil compreender a reacção dos professores entrevistados no Telejornal. (Já estive em conselhos de turma de 7º ano com 22 professores! Além destas, Formação Cívica, Teatro, professores de apoio, psicóloga, sei lá que mais! Graças a estas “disciplinas”, os alunos quase não têm Inglês, por exemplo.)