A Guiné-Bissau ofereceu guarida a Kadhafi. Isto não terá um dedinho de Sócrates?
26 comentários em “Mon ami Muammar”
Oh João cruzes canhoto, se vamos agora fazer do Exilado em Paris um monstro papão que pode estar por de trás de tudo ainda dá em lenda, à moda sebastianista. E daqui a uns anos aí estará feito senador desta bendita e III República e candidato à Presidência.
Pois bem sei. Mas o João está a conjecturar uma acção socrática com base, porventura, na sua escala de valores. O interesse do Exilado em Paris nas pessoas depende do seu grau de importância política. (Em caso de dúvida relembrar caso do quase-aperto-de-mão a Amado). Como o peso político de Kadhafi foi minado e bombardeado, não sei se o tal José se mostraria disponível para o ajudar, mesmo que tivesse alguma ajuda para oferecer.
João Carvalho, Com o fundamento de pensar mesmo que era bom que ele fosse PR; e quanto à II ou III República, como deve saber, existe grande polémica. Uns chamam-lhe IIª porque não consideram a ditadura fascista portuguesa como república; outros consideram-no. Eu faço parte do 1º.grupo.
Está no seu direito, Miguel Coelho. Fico a pensar como pode tanta gente declarar tão veementemente que o Estado Novo não deve considerar-se uma República e, ao mesmo tempo, nem pestanejar quando se fala de repúblicas como a Líbia, a Coreia do Norte e tantas outras. Está no seu direito, mas eu tenho a visão estreita dos pragmáticos que o Hugo Pereira aqui muito bem descreve dirigindo-se a si.
João Carvalho, Não me ouviu falar nem na Líbia nem na Coreia do Norte como Repúblicas, pois não ?
Não, não o ouvi e não me lembro de ter dito o contrário, mas V. passou a ouvir o que eu penso sobre o assunto, o que é um direito que também me assiste.
Certamente ! Viva a República !
Ou a Monarquia. Desde que seja civilizada.
Aí, não me dou possibilidade de escolha… Viva a República !
Ou a Monarquia.
Permita-me supor que afirma tratar-se da II República por exclusão do Estado Novo. Não é isso? Embora não sendo jurista nem historiador, parece-me que padece a sua conclusão de premissa errónea. Confunde, creio, o contexto formal de um regime com o estilo e práticas com que ele é consubstanciado. O Estado Novo foi para todos os efeitos uma República. Um regime ditatorial, mas republicano. E não há aqui nenhuma contradição de termos. República não implica Democracia, assim como a Democracia pode existir em regime não-republicano .
Daí advém que Portugal já vai na III República. E que Santíssima Trindade que nos havia de ter calhado…
Nem mais, como respondi acima ao Miguel Coelho.
Hugo G.Pereira, Respeito os seus argumentos mas não concorddo consigo.
Com certeza, caro Miguel. Afinal o regime de hoje é democrata além de republicano! Tenho pena é que não possa argumentar para sustentar a sua discordância. Fica assim a desconfiança que é puramente ideológica. Bem-haja.
Oh João cruzes canhoto, se vamos agora fazer do Exilado em Paris um monstro papão que pode estar por de trás de tudo ainda dá em lenda, à moda sebastianista. E daqui a uns anos aí estará feito senador desta bendita e III República e candidato à Presidência.
É só uma desconfiança minha. Afinal, José e Muammar eram quase unha-e-carne.
Pois bem sei. Mas o João está a conjecturar uma acção socrática com base, porventura, na sua escala de valores. O interesse do Exilado em Paris nas pessoas depende do seu grau de importância política. (Em caso de dúvida relembrar caso do quase-aperto-de-mão a Amado). Como o peso político de Kadhafi foi minado e bombardeado, não sei se o tal José se mostraria disponível para o ajudar, mesmo que tivesse alguma ajuda para oferecer.
Bem… Parece-me um raciocínio defensável, Hugo.
Assim seja para bem desta II (segunda) República.
Nem a brincar, nem II.
Pois não é a brincar, é a sério e sem dúvida que é a IIª.
Sem fundamento parece a brincar.
João Carvalho,
Com o fundamento de pensar mesmo que era bom que ele fosse PR; e quanto à II ou III República, como deve saber, existe grande polémica. Uns chamam-lhe IIª porque não consideram a ditadura fascista portuguesa como república; outros consideram-no. Eu faço parte do 1º.grupo.
Está no seu direito, Miguel Coelho. Fico a pensar como pode tanta gente declarar tão veementemente que o Estado Novo não deve considerar-se uma República e, ao mesmo tempo, nem pestanejar quando se fala de repúblicas como a Líbia, a Coreia do Norte e tantas outras. Está no seu direito, mas eu tenho a visão estreita dos pragmáticos que o Hugo Pereira aqui muito bem descreve dirigindo-se a si.
João Carvalho,
Não me ouviu falar nem na Líbia nem na Coreia do Norte como Repúblicas, pois não ?
Não, não o ouvi e não me lembro de ter dito o contrário, mas V. passou a ouvir o que eu penso sobre o assunto, o que é um direito que também me assiste.
Certamente ! Viva a República !
Ou a Monarquia. Desde que seja civilizada.
Aí, não me dou possibilidade de escolha…
Viva a República !
Ou a Monarquia.
Permita-me supor que afirma tratar-se da II República por exclusão do Estado Novo. Não é isso? Embora não sendo jurista nem historiador, parece-me que padece a sua conclusão de premissa errónea. Confunde, creio, o contexto formal de um regime com o estilo e práticas com que ele é consubstanciado. O Estado Novo foi para todos os efeitos uma República. Um regime ditatorial, mas republicano. E não há aqui nenhuma contradição de termos. República não implica Democracia, assim como a Democracia pode existir em regime não-republicano .
Daí advém que Portugal já vai na III República. E que Santíssima Trindade que nos havia de ter calhado…
Nem mais, como respondi acima ao Miguel Coelho.
Hugo G.Pereira,
Respeito os seus argumentos mas não concorddo consigo.
Com certeza, caro Miguel. Afinal o regime de hoje é democrata além de republicano! Tenho pena é que não possa argumentar para sustentar a sua discordância. Fica assim a desconfiança que é puramente ideológica. Bem-haja.
Se tem, vai dar asneira.
O que não seria invulgar.
E levanta-se o padeiro à meia noite para alimentar estas cabeças de atum!
Quando for assim, nada como deixar-se ficar na cama.
Isso já é informação pública? Onde, por favor.
Não pode ser pública, Zé. A informação também está a ser privatizada!