Gosto muito da noção de recomeço. A coisa talvez me venha da educação católica (“a santidade é oferecida a cada pessoa de novo cada dia, e por isso aqueles que renunciam à santidade são obrigados a repetir a negação todos os dias”, escreveu Sophia) mas ficou para além dela. É por isso que aproveito todos os pretextos para ensaiar, ou legitimar, um recomeço. A passagem de ano é apenas um deles, e o menos original.
Modo de vida (25)
Adolfo Mesquita Nunes,

“Retrato de Mónica” é um excelente texto para se recomeçar seja o que for, Adolfo. Aplaudo a escolha.
Se não estou em erro já o tinhas mencionado aqui, não? Ou então foi o Pedro, na série de contos. Por falar nisso, não consigo perdoar-lhe fazer uma série de contos sem passar pela Flannery!
A série ainda não acabou, Adolfo. Antes pelo contrário.
Bom ano!
Só estava a espicaçar! 🙂
É possível que tenha sido eu, sim. Gosto muitíssimo desse texto. Mas a série do Pedro ainda não está fechada, acho. E ele vai ler-te, aposto… 🙂
Lido. E assimilado.
Frase que também nunca esqueci, essa do conto da Sophia. E também gosto assim tanto de arranjar pretextos para recomeçar. O que nem sempre tem sido boa ideia – mas isso é toda uma outra história.
Também foi, de um conto cheio de mensagens, aquela que mais me ficou até hoje, Inês. E que conforta, pelo menos, esta nossa tendência para o recomeço.
1. É.
2. O pessoal tem que se habituar a conhecer, reconhecer e compreender o Gênesis.
3. Não pensar só no sacrifício, mas no esforço de operar…é um bom recomeço.