Cuidado com a fé que move montanhas em zonas de paisagem protegida.
12 comentários em “Mínimas”
Se houver um parque de «eólicas» nessa montanha, elas elas próprias constituem um atentado à paisagem protegida. A montanha pode não mover-se mas elas movem-se que se fartam.
Eu mesmo estou a planear instalar um parque eólico para fornecer energia à minha casita. Calculo que umas 500 ventoinhas (daquelas grandes) sejam o suficiente.
Não há perigo. Hoje em dia, um Ministério do Ambiente laico, socialista e republicano que se preze está sempre de atalaia para impedir que as montanhas se movam só por uma fezada qualquer.
😀 Pois cuidado, sim, porque está-se mesmo a ver que essa não pode ser a verdadeira fé. A verdadeira fé – a autêntica verdadeira fé! – tem o cuidado de operar prodígios apenas em paisagens que se possam tornar locais de peregrinação. (calateboca, que estou aqui estou excomungada)
Secalhar ficava a ganhar, desde que a montanha não fosse em zona protegida, claro! E podia ter a sorte de ainda virem incluídas umas ventoinhas gigantes, porque parece que vem aí um verão de arrasar!
E a “Quercus” tudo move contra este tipo de fé…(digo eu, sem ofensa!).
Se houver um parque de «eólicas» nessa montanha, elas elas próprias constituem um atentado à paisagem protegida. A montanha pode não mover-se mas elas movem-se que se fartam.
Eu mesmo estou a planear instalar um parque eólico para fornecer energia à minha casita. Calculo que umas 500 ventoinhas (daquelas grandes) sejam o suficiente.
Não há perigo. Hoje em dia, um Ministério do Ambiente laico, socialista e republicano que se preze está sempre de atalaia para impedir que as montanhas se movam só por uma fezada qualquer.
E no entanto, há muito tempo, muito antes de haver gente, quanto mais repúblicas e monarquias, elas moveram-se.
😀
Pois cuidado, sim, porque está-se mesmo a ver que essa não pode ser a verdadeira fé.
A verdadeira fé – a autêntica verdadeira fé! – tem o cuidado de operar prodígios apenas em paisagens que se possam tornar locais de peregrinação.
(calateboca, que estou aqui estou excomungada)
Prometo que não te denuncio à cúria.
E um especial cuidado com as montanhas que estão a parir ratos.
Sou assaltado por uma dúvida: o que é que nasceu primeiro, a montanha ou o rato?
E ainda dizem que o país é seguro.
Ainda é seguro, mas temos de estar atentos: ainda há dias quiseram vender-me montanha por rato. Era para o meu computador, repara.
Secalhar ficava a ganhar, desde que a montanha não fosse em zona protegida, claro! E podia ter a sorte de ainda virem incluídas umas ventoinhas gigantes, porque parece que vem aí um verão de arrasar!
E a “Quercus” tudo move contra este tipo de fé…(digo eu, sem ofensa!).