Tirou-me as palavras da boca, Pedro. Realmente, esta mínima é o máximo. Fez-me lembrar uma daquelas tiradas do Mário-Henrique Leiria nos ‘Contos’ e nos ‘Novos Contos do Gin Tónico’. Gand’a Bandeira!
Grande mínima (máxima). Acrescentaria: leve um livro para todo o lado. Farmácia, centro de saúde, loja do cidadão, notário, centro de emprego, transportes…. dá sempre imenso jeito. Nas repartições públicas é fundamental.
Um livro na farmácia é sempre caso urgente… Ao estado de doença provável acresce sem esforço a presumida ausência de um certo estado de lucidez (“a ler um livro?…”, “na farmácia?”, “…..”). Eheh.
Outra mínima que é máxima.
Tirou-me as palavras da boca, Pedro. Realmente, esta mínima é o máximo. Fez-me lembrar uma daquelas tiradas do Mário-Henrique Leiria nos ‘Contos’ e nos ‘Novos Contos do Gin Tónico’.
Gand’a Bandeira!
Grande mínima (máxima). Acrescentaria: leve um livro para todo o lado. Farmácia, centro de saúde, loja do cidadão, notário, centro de emprego, transportes…. dá sempre imenso jeito. Nas repartições públicas é fundamental.
Um livro na farmácia é sempre caso urgente… Ao estado de doença provável acresce sem esforço a presumida ausência de um certo estado de lucidez (“a ler um livro?…”, “na farmácia?”, “…..”). Eheh.