Pergunta:
A crise da meia-idade é real?
Resposta:
Claro que sim. Mas:
1. Não atinge apenas os homens;
2. Não é verdade que se caracterize por estes passarem a olhar mais para raparigas novas; os homens passam a olhar (ainda) mais para todas as mulheres;
3. Ir atrás das mais novas é apenas bom senso no meio da loucura.
(Republicado. Não devido a qualquer post publicado ontem pelo Pedro Correia, que fique bem claro.)

Era desnecessária a frase de precaução final, JAA. Ninguém seria capaz de estabelecer qualquer relação entre o que escreveste e aquela capa com a Manuela Moura Guedes.
Pois, pois, Manuela Moura Guedes. Se até tu já não olhas apenas para as Balzaquianas… 🙂
Também não é para menos, JAA. Hoje em dia uma bela balzaquiana vai bem para além dos 60 anos. Em dependendo dos casos, claro.
4. Dizer que se prefere as ruivas é só um pretexto.
Nem mais. E no meu caso torna-se especialmente verdade porque sou afectado por uma variação peculiar de daltonismo: consigo perceber que uma mulher ruiva é ruiva mas não que uma mulher não ruiva é não ruiva.
Olhar para a do post do sr. PC não será consequência da crise da meia-idade, é falta de gosto mesmo. Digo eu.
Será por isso que a moça carece de namorado?
Que ela me irrita, irrita. E eu nem sou esquisito.
A crise da meia-idade é exactamente isso: querer sempre tudo pela metade. Menos 20, menos 30, menos 40, menos 50…
🙂 Mas isso só funciona a partir de certa altura, não? Ou um gajo de vinte e cinco teria inevitavelmente uma fortíssima costela de pedófilo.
Jaa,
um gajo de 25 não está na meia-idade. A meia-idade vai dos 40 aos 120.