Então mas não vêem que assim dava menos trabalho? Punha-se a malta na net, que assim eles não chateavam nada.
Agora a sério, este tipo de teorias vão formar analfabetos para o futuro. Independentemente da qualidade dos livros escolares, se nem na escola os alunos forem obrigados a ler livros, nunca vão ler livros na vida. Não conseguem aprender a concentrar-se para ler um jornal ou uma revista – por causa da maneira como o cérebro fica “formatado” à internet – quanto mais um livro. Será uma geração frenética, precipitada, sem saber nada a fundo mas com a mania que sabem tudo, porque leram um bocadinho de tudo. Um bocadinho. Uns Sócrates e Relvas em potência. Que “bom”…
Já aprendi mais coisas na net que anos de escola. Na minha opinião a principal e primeira missão de um professor é estimular a curiosidade e vontade de aprender.
Obviamente que num sistema socializante de partido único como o nosso não é permitido. Estimular a curiosidade aumenta a desigualdade. Quem com 20 anos sabe o que é a Dívida Publica? A Escola Publica tem medo de ensinar o que é a Dívida Publica? Pois tem, é juiz em causa própria.
Então é porque a sua escola era muito má. Substituir livros (seja em que formato for) por internet é completamente errado. A internet deve ser um complemento à instrução. Uma ferramenta de ensino. Nada mais.
Kahn Academy é um exemplo. Aquilo que vai acontecer à educação é o que aconteceu aos médias. Finalmente o poder não estará só com uns quantos. Por cá só uma única educação é autorizada, ou seja o choque ainda vai ser mais tremendo em Portugal.
Sofro de uma doença incurável e maligna chamada bibliofilia. E no entanto, algo me diz que este senhor não está de todo destituído de razão. E não pelos piores motivos.
No dia em que fizerem tal coisa, avisem com antecedência, para que eu me possa exilar desse mundo lunático.
A «Red» tem informação, muita, e lixo, muito, e pouco conhecimento.
O gajo que escreveu o texto de opinião é, na minha, um grande palerma, um daqueles «geeks» que vê na «Red» a quinta essência da humanidade. Alguém lhe deveria explicar, por exemplo, que para aprender o conceito de culpa ou castigo, em lugar de consultar a “Red”, deveria ler «Crime e castigo». Aliás, pela maneira como escreve, deveriam obrigá-lo a lê-lo já, para duplo castigo: ler um «livro de texto» e, ainda por cima, com muitas páginas.
Matar o livro de texto não é uma boa ideia. Todavia, ajudando a filtrar, a rede cumpre também as funções de uma boa biblioteca (para crianças e adultos).
Então mas não vêem que assim dava menos trabalho? Punha-se a malta na net, que assim eles não chateavam nada.
Agora a sério, este tipo de teorias vão formar analfabetos para o futuro. Independentemente da qualidade dos livros escolares, se nem na escola os alunos forem obrigados a ler livros, nunca vão ler livros na vida. Não conseguem aprender a concentrar-se para ler um jornal ou uma revista – por causa da maneira como o cérebro fica “formatado” à internet – quanto mais um livro. Será uma geração frenética, precipitada, sem saber nada a fundo mas com a mania que sabem tudo, porque leram um bocadinho de tudo. Um bocadinho. Uns Sócrates e Relvas em potência. Que “bom”…
Já aprendi mais coisas na net que anos de escola.
Na minha opinião a principal e primeira missão de um professor é estimular a curiosidade e vontade de aprender.
Obviamente que num sistema socializante de partido único como o nosso não é permitido.
Estimular a curiosidade aumenta a desigualdade.
Quem com 20 anos sabe o que é a Dívida Publica?
A Escola Publica tem medo de ensinar o que é a Dívida Publica? Pois tem, é juiz em causa própria.
Então é porque a sua escola era muito má. Substituir livros (seja em que formato for) por internet é completamente errado. A internet deve ser um complemento à instrução. Uma ferramenta de ensino. Nada mais.
Porquê tanto dogma?
Isso depende da informação e das pessoas.
Um livro de matemática é melhor que o Youtube e a Khan Academy?
Para alguns alunos/professores pode ser para outros não.
Kahn Academy é um exemplo.
Aquilo que vai acontecer à educação é o que aconteceu aos médias.
Finalmente o poder não estará só com uns quantos. Por cá só uma única educação é autorizada, ou seja o choque ainda vai ser mais tremendo em Portugal.
Obviamente um parolo. A casa dele deve ser um pequeno mundo huxleyano. Que pesadelo…
Sofro de uma doença incurável e maligna chamada bibliofilia. E no entanto, algo me diz que este senhor não está de todo destituído de razão. E não pelos piores motivos.
No dia em que fizerem tal coisa, avisem com antecedência, para que eu me possa exilar desse mundo lunático.
A «Red» tem informação, muita, e lixo, muito, e pouco conhecimento.
O gajo que escreveu o texto de opinião é, na minha, um grande palerma, um daqueles «geeks» que vê na «Red» a quinta essência da humanidade. Alguém lhe deveria explicar, por exemplo, que para aprender o conceito de culpa ou castigo, em lugar de consultar a “Red”, deveria ler «Crime e castigo». Aliás, pela maneira como escreve, deveriam obrigá-lo a lê-lo já, para duplo castigo: ler um «livro de texto» e, ainda por cima, com muitas páginas.
Matar o livro de texto não é uma boa ideia. Todavia, ajudando a filtrar, a rede cumpre também as funções de uma boa biblioteca (para crianças e adultos).