Marketing santíssimo


Teresa Ribeiro,

Não sei detalhes, por isso até pode ser que haja uma explicação razoável para o recrutamento de “apoiantes da visita de Sua Santidade” a quem vão ser distribuídas camisolas e bandeirinhas, mas esta acção de marketing, que em nada parece distinguir-se do circo que rodeia a produção de comícios e espectáculos, faz-me alguma confusão. 

49 comentários em “Marketing santíssimo”

  1. “Recrutação”?! Para um blogue que passa muitos posts a apontar os erros dos outros até que nem está mal, não senhora.

    1. É o que dá meter-me com o Papa, Asdrubal. Foi castigo. Nunca mais aprendo que com muito poucas horas de sono, não é mesmo nada aconselhável tentar pensar, quanto mais postar. Já emendei.

      1. Eu sei que não tem nada a ver mas ando há um tempo para lhe enviar esta sugestão: ” Looking for the lost ” e ” The roads to Sata ” , ambos por Alan Booth. Viveu 23 anos no Japão,infelizmentejá falecido. São dois retratos (reportados ao final dos anos 80) deliciosos duma sociedade que o autor bem conheceu. Só para ter uma ideia,the roads to Sata é o relato duma viagem do autor,a pé, do cabo Soya (extremo Norte de Hokkaido) ao cabo Sata(extremo Sul de Kyushyu)…4 meses…o Japão profundo.

        Na Amazon ou Bookdepository .
        Boas leituras.

  2. Confiança! Teresa, é a palavra escolhida pelo marketing (religioso) para esta vinda do Papa.

    Pois, a tradição já não é o que era!

    :)))

      1. Humm Asdrubal (nome catita, se me permite), não me parece. Já viu como deve ser difícil conduzir de joelhos? A menos que o Pedro Correia ofereça boleia de táxi! eh eh eh eh

        :))))))))))

          1. Desde que não seja a Fátima Felgueiras… é que uma aparição dessas (perdão, um aparicionamento) é de assustar qualquer pecador.

  3. E eis como se rouba, sem querer, o protagonismo a uma polémica campanha de marketing. Tenho mas é de tratar da recrutação de outros comentadores que com estes já não me safo.

    1. Pois, Teresa, não está ter feed back ” – só para citar o famoso Groucho .;))
      Eu gostaria de ajudar mas, também, não percebo essa “acção de marketing” e o artigo não me esclareceu…A não ser que, afinal, não tem nada a ver com “apoiantes da visita de sua Santidade” e assim sendo percebo melhor, pelo menos, um dos requisitos pedidos – “muito boa apresentação; gosto contacto com o público; dinamismo e responsabilidade e resistência física”.:))

    2. Teresa, li hoje de manhã essa notícia e não queria acreditar. Fazer do Papa um produto de marketing como qualquer outro, dá nisto: uma espécie de papa cerelac.

  4. A empresa de maketing agora lamenta o erro com lágrimas de crocodilo, mas entretanto a imprensa portuguesa já fez publicidade gratuita a essa empresa. Quando cheira a qualquer coisa contra o Papa nem fazem contraditório os jornalistas publicam logo.

  5. Esta falação está meia para o confusamento, tal qual a dita recrutação. Parece que vão fazer protejamento a “Sua Santidade”! pelo menos foi que vi escrevido.

  6. Meus amigos Cristãos o que é o PAPA?:
    Qual quê, herdeiro de Simão Pedro, não é nada mais nada menos, que os resquícios da figura imperial da Civilização Romana, até a maior parte dos títulos herdou dos imperadores romanos, como pontífice e sumo-sacerdote, que com a decadência/destruição dos mesmos a partir do Sec . 4, foi substituindo o Imperador até a altura que o passou a ser, detendo além do poder espiritual o também poder temporal, sendo até aos dias de hoje, o único elo de ligação da maior parte dos povos do império romano, com uma religião comum e igrejas, que se complementam umas às outras.

    Agora pergunto se precisámos de um Papa, de uma hierarquia e um estado religioso (Vaticano)?
    Não meus amigos penso que não, agora não tenho menor duvida, que precisamos de TEMPLOS/IGREJAS, com valores, mensagens, e actos construtores de uma moral centrados, e não deixa de ser curioso, nos maiores princípios HUMANÍSTICOS da primeira revolução anticlerical , que tivemos na história, que foi a da revolução Francesa em 1789, a tão oportunamente chamada de REVOLUÇÃO DAS LUZES.

    Por isso acho, que por enquanto não podemos dispensar essa luz de esperança, emanada pela maior parte dessas igrejas e templos, de cariz monoteísta e não só, como por exemplo o CRISTIANISMO, até que num futuro utópico, sejam os parlamentos de cada país a irradiar essa luz de esperança de essência HUMANISTA, ou seja que sejam os homens/mulheres escolhidos pelos os homens/mulheres para o um bom serviço para os homens/mulheres.

    Duarte Rocha

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