Mário Nogueira com o governo de Passos vs. Mário Nogueira com o governo de Costa.
Rui Rocha,
14 comentários em “Mário Nogueira com o governo de Passos vs. Mário Nogueira com o governo de Costa.”
Proponho uma pequena correcção: Mário Nogueira com o governo de Passos, e com todos os outros que lhe antecederam vs. … O fenómeno é mais espantoso do que seria de supor.
Os professores sentem-se completamente desorientados. “Eu acho que nunca trabalhei tantas semanas seguidas na minha vida”, confidenciou-nos um docente. “Os meus alunos andam aterrorizados com a ideia de que este ano vamos dar o programa completo”, afirma um colega. “Na semana passada fui a Lisboa tratar de uns assuntos. E desta vez tive de pagar a viagem do meu bolso!”, exclama um outro.
E como era Mário Nogueira com o governo de Sócrates? O Rui ainda se lembra das grandes manifestações de professores? O facto é que Mário Nogueira foi muito “macio” com o governo de Passos, pois ainda se lembrava de que o PSD se aliou a ele para combater Sócrates.
As manifestações de professores contra a política da Maria de Lurdes Rodrigues não foram uma iniciativa dos sindicatos. Eles deixaram-se simplesmente ir a reboque do descontentamento da classe. Se há alguma coisa que os sindicatos de professores fazem consistentemente é prejudicar as lutas da classe.
Ninguém liga a este senhor, mas como tem bigodes à Estaline a nossa direita acha que pode explicar com ele sempre o descontentamento dos professores. Como se as pessoas não pensassem por si. Convém comparar também um pouco as políticas: Nos últimos anos tínhamos ministros que vinham orgulhosamente à televisão anunciar que fechavam escolas – racionalização diziam eles, mesmo quando fecham escolas já construídas para construir centros escolares a 30km. Vinham à televisão anunciar despedimentos de professores com aumentos de horários e do nº de alunos por turma – para melhorar a qualidade do ensino diziam eles. Sem contar com anos letivos em que a colocação de 1/3 dos professores só aconteceu lá para novembro. Se a pré PàF tivesse tido políticas minimamente decentes na educação o facto de Mário Nogueira rosnar ou não era indiferente.
É bem o símbolo de uma classe, muito à Coimbra, do funcionalismo público asfixiante que domina todo o espaço social que é legal: a imagem de um país indolente que se repete eternamente a si próprio.
Caro Rui, a mesma imagem, invertendo somente a ordem, poder-se-ia aplicar a todos aqueles que bajulavam acriticamente o anterior governo e agora… aparentemente sofrem uma profunda azia, quiçá devido a algum refluxo gástrico. Igualmente a mesma imagem poderia ser interpretada como muitos «aprendizes de fazedores de opinião» funcionam, são como os animais amestrados: obedecem, neste caso escrevem aquilo o que o dono manda dizer.
É triste… ver opiniões amestradas!
Porque será que os mesmos «fazedores de opiniões» não falam da urgência do plano B?
Proponho uma pequena correcção: Mário Nogueira com o governo de Passos, e com todos os outros que lhe antecederam vs. …
O fenómeno é mais espantoso do que seria de supor.
A pergunta do euromilhões: que diabos fez o veterinário ao Nogu… ao canito?
Nunca vi /ouvi um cão rosnar com o próprio dono!
Ele é o “soba” maior do canil!
“Ainda não consigo acreditar”, afirmou o dono em entrevista. “E, no entanto, foi tão simples: começamos a chamar-lhe ministro…”
Os professores sentem-se completamente desorientados.
“Eu acho que nunca trabalhei tantas semanas seguidas na minha vida”, confidenciou-nos um docente.
“Os meus alunos andam aterrorizados com a ideia de que este ano vamos dar o programa completo”, afirma um colega.
“Na semana passada fui a Lisboa tratar de uns assuntos. E desta vez tive de pagar a viagem do meu bolso!”, exclama um outro.
Título da notícia:
“Falta de greves lança o caos nas escolas”
Ahahah fucking LOL
Aquele gajo… nunca trabalhou.
E como era Mário Nogueira com o governo de Sócrates? O Rui ainda se lembra das grandes manifestações de professores?
O facto é que Mário Nogueira foi muito “macio” com o governo de Passos, pois ainda se lembrava de que o PSD se aliou a ele para combater Sócrates.
As manifestações de professores contra a política da Maria de Lurdes Rodrigues não foram uma iniciativa dos sindicatos.
Eles deixaram-se simplesmente ir a reboque do descontentamento da classe.
Se há alguma coisa que os sindicatos de professores fazem consistentemente é prejudicar as lutas da classe.
Exactamente. Contribuíram para o desprestigiar da classe, a par duma constante humilhação, enviesando o propósito das suas intenções.
Ninguém liga a este senhor, mas como tem bigodes à Estaline a nossa direita acha que pode explicar com ele sempre o descontentamento dos professores. Como se as pessoas não pensassem por si.
Convém comparar também um pouco as políticas:
Nos últimos anos tínhamos ministros que vinham orgulhosamente à televisão anunciar que fechavam escolas – racionalização diziam eles, mesmo quando fecham escolas já construídas para construir centros escolares a 30km.
Vinham à televisão anunciar despedimentos de professores com aumentos de horários e do nº de alunos por turma – para melhorar a qualidade do ensino diziam eles.
Sem contar com anos letivos em que a colocação de 1/3 dos professores só aconteceu lá para novembro.
Se a pré PàF tivesse tido políticas minimamente decentes na educação o facto de Mário Nogueira rosnar ou não era indiferente.
É bem o símbolo de uma classe, muito à Coimbra, do funcionalismo público asfixiante que domina todo o espaço social que é legal: a imagem de um país indolente que se repete eternamente a si próprio.
É com certeza um Podengo português pequeno
Caro Rui,
a mesma imagem, invertendo somente a ordem, poder-se-ia aplicar a todos aqueles que bajulavam acriticamente o anterior governo e agora… aparentemente sofrem uma profunda azia, quiçá devido a algum refluxo gástrico.
Igualmente a mesma imagem poderia ser interpretada como muitos «aprendizes de fazedores de opinião» funcionam, são como os animais amestrados: obedecem, neste caso escrevem aquilo o que o dono manda dizer.
É triste… ver opiniões amestradas!
Porque será que os mesmos «fazedores de opiniões» não falam da urgência do plano B?