Mário de Sá-Carneiro, 124 anos


enlil,

Eu não sou eu nem sou o outro, Sou qualquer coisa de intermédio: Pilar da ponte de tédio Que vai de mim para o Outro. Lisboa, Fevereiro de 1914

4 comentários em “Mário de Sá-Carneiro, 124 anos”

  1. Também gosto deste, do Reinaldo Ferreira:
    «Mínimo sou,
    Mas quando ao Nada empresto
    A minha elementar realidade,
    O Nada é só o resto.»

    (e que tal fazermos no DELITO uma série sobre poesia, com cada um de nós a escolher um poema em dias consecutivos?)

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