«[marchar] pela rua com símbolos (..) que representam a morte de milhões»


joaomsandre,

De facto seria estúpido.

 

Nota: devido a problemas com o browser quando coloquei o post não me apercebi do problema com as imagens. Corrigi apenas agora problema. As minhas desculpas.

6 comentários em “«[marchar] pela rua com símbolos (..) que representam a morte de milhões»”

  1. Talvez queira explicar quais os milhões de mortos provocados pelos Judeus.

    Quanto ao Islamismo está correcto, sendo nas suas variantes mais extremas tão ou mais intolerante da diferença que o Comunismo.

    Por isso é que o Comunismo matou milhões de Comunistas
    e o Islamismo matou milhões de Islamistas.

    Porquê?
    Não aceitam a diferença dos outros. Mesmo dentro do seu próprio movimento.

    E quem não aceita a diferença e caminhos diferentes feitos pelos outros é Totalitário.

    Totalitarismo = a arrogância de querer controlo TOTAL de boa parte da vida de de outra pessoa,
    A não aceitação da diferença, e essa arrogância levada ao Extremismo de Poder sobre o outros.

    Entre os quais:
    O que os outros podem falar,
    o que os outros podem escrever,
    o que os outros podem ouvir,
    o que os outros podem ler,
    o que é arte.

    È isto o Comunismo e o Islamismo, a intolerância à diferença. A intolerância a outros caminhos.

    A intolerância à diversidade humana está no âmago do Comunismo e do Islamismo.

    Um muito correcto post do Blasfémias.

    1. O judaísmo certamente que será mais vítima que carrasco, mas não me diga que não terá havido mortes em nome do judaísmo.

      O problema não é a religião em si (e na única coisa em que me aproximo de si é considerar o comunismo como uma religião), mas si o fanatismo que inspira em determinado tipo de pessoas. O post do Blasfémias é disparatado porque o comunismo não é em si uma ideologia totalitária (sei que nunca o compreenderá, V. está cego pelo seu próprio fanatismo) e por isso não pode ser comparado ao nazismo. É distorcido na sua ideologia da mesma forma que as religiões. Por isso a minha comparação.

      1. É claro que houve mortes em nome do Judaísmo, Budismo, Xintoísmo em nome da Social Democracia e em nome de milhares de outras ideias.
        Mas para si o grau não conta. Um modelo de avião que cai em 50% dos voos é o mesmo que um que cai em 0,005%.
        Obviamente para quem pensa como você só resta concluir que os humanos são imperfeitos e devem ser “mudados” radicalmente.
        O corolário deste seu pensamento romântico que milhões de outros trilharam antes é obviamente querer uma raça superior, um Homem Novo, um Regime Novo… no seu caso deu obviamente no Homem Socialista.
        Ainda não percebeu que o desejo de perfeição – Romantismo- leva ao Totalitarismo.

        O post do Blasfémias é sobre o Carnaval e aí temos mais outro elementar exemplo.
        No paralelismo que fiz acima destaquei o assassinato dos próprios membros. Quer Comunismo quer Islamismo destacam-se por assassinarem outros Comunistas e outros Islamistas em larga escala.
        Um paralelismo mais anedótico são os festejos do Carnaval.
        Mais uma vez os Regimes Comunistas, Islâmicos e já agora Nazi estão unidos, para qualquer deles brincar é uma potencial ameaça subversiva.

        “comunismo não é em si uma ideologia totalitária (sei que nunca o compreenderá, V. está cego pelo seu próprio fanatismo) e por isso não pode ser comparado ao nazismo.”

        Então a sua ideia de discussão é não responder aos argumentos dos outros e simplesmente fazer afirmações avulsas?
        Eu coloquei vários factos que demonstram que o Comunismo é Totalitário.

        Ao demonstrar o grau de interferência que ambicionam ter na vida das pessoas.

        Você não negou nenhum deles.

        E acusa-me de ser fanático quando eu defendo precisamente o contrário, a associação voluntária e o direito a dizer não.
        Enquanto você defende o uso da G3 para obrigar os que dizem não às ideias socialistas.

        1. O seu segundo parágrafo quase me fez rejeitar o seu comentário. Avisei-o várias vezes que sempre que me insultar que lhe atiro o comentário para o lixo. Apesar disso decidi mantê-lo porque me acusa de não lhe responder aos seus “argumentos” e isso eu aceito ainda menos.

          Antes de mais, tenho dado já vezes a mais as minhas respostas aos seus “argumentos” ao longo de excessivos posts e comentários. Se não se lembra ou prefere não se lembrar é problema seu. Na minha resposta expliquei-lhe de forma tão clara quanto possível (e garanto-lhe que um miúdo de 12 anos ao meu lado me entendeu o meu ponto de vista – e discordou dele). Repito-lho.

          O comunismo não é em si uma ideologia totalitária. É uma ideologia igualitária. Como qualquer ideologia extrema – como o liberalismo absoluto à la Rand, por exemplo – prefere ignorar a natureza humana e como tal só pode ser implementado à força. Sendo uma ideologia que apela às massas, aqueles que a consigam propagar de forma convincente conseguem obter o apoio delas, ganhando assim um poder enorme. Como há muito se sabe, o poder corrompe tanto mais quanto maior for. O poder que o comunismo confere corrompe de forma brutal e é perfeito para pessoas que, por si, serão monstros: Estaline, Mao, outros.

          O tipo de ideologia comunista – seja ela marxista (inicial ou mais tardia, uma vez que muda), marxista-leninista, maoísta ou outra – tem uma componente enorme que se baseia na Fé. Nisso não difere absolutamente nada das religiões. Depende da Fé nos “amanhãs que cantam” (o Paraíso) e num novo “tipo de Homem” (obtido por processos semelhantes ao catequismo). Tal como as religiões é proselitista, ou seja, tenta impôr a sua Fé, se necessário pela força. Tal como as religiões precisa de santos e mártires (em Cuba, Cienfuegos e Guevara assumem quase o papel de S. Pedro e S. Paulo – ou S. João Baptista).

          Como escrevi muitas vezes, não tenho qualquer esperança de o convencer disto. Você é um fanático da sua religião – o liberalismo – e crê que ela um dia trará um mundo melhor (a sua versão dos “amanhãs que cantam”). Nisso é totalmente igual aos comunistas mais convictos que conheci na minha vida. Tal como 99% dos comunistas que conheci, você certamente que não será violento e nunca pegaria em armas se não fosse para defender algo que considera essencial. A única diferença entre si e os outros comunistas é o passado: o passado comunista encerra lições de violências, crimes, mortes em massa. O liberalismo ainda tem pouco disso.

          Digo-lhe com todas as linhas a minha (aproximada) posição ideológica: sou social-democrata. Entendo que no mundo moderno, a melhor solução é uma economia de mercado tão aberta quanto possível onde o estado intervém para corrigir assimetrias. Entendo que devemos pagar impostos para compensar estas assimetrias e aceito que os desperdícios de um estado golbalmente inclusivo e teoricamente sem fins lucrativos serão superiores aos de uma empresa que forneça os mesmos serviços mas de forma exclusiva. Entendo também que alguns desses serviços podem, no entanto, ser prestados pelas empresas privadas em substituição ou complemento do Estado.

          Ao contrário do que pensa, chamar-me socialista ou comunista não me ofende. pelo contrário. “Liberal” é para mim termo muito mais ofensivo, porque os vejo como semelhantes a racistas. Aquilo que não admito é que me chame de totalitátio ou que me acuse de advogar o uso da força. Sempre que o fizer, rejeito-lhe o comentário. Se quiser escrever as suas diatribes libertárias, esteja à vontade. Se quiser discutir com argumentos e sem acusações, pode dispôr – apesar de sabermos que concordaremos em 0,5% dos casos. Se quiser acusar-me de seja o que for, tem o meu perfil aí do lado direito onde está um endereço de e-mail ao lado do meu nome verdadeiro.

          Aquilo que não aceito é poluição. Até porque também faço o possível para preservar o ambiente.

  2. Poderia juntar a cruz. As cruzadas não foram uma visita turística nem o Santo Ofício foi uma associação de beneficência.
    Praticamente todos os símbolos que se vêm nas ruas (bandeiras de países incluídas) nestas manifestações têm um apreciável número de mortos ligadas a elas.

    1. Tem razão. Quando coloquei o post incluí a cruz, mas como não tinha possibilidade de ver as imagens no post (problema com o navegador onde escrevi) não me apercebi que as imagens tinham ficado com fundo preto (e a cruz invisível). Penso que agora o post fará um pouco mais de sentido.

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