![thumbnail_20190114_091006-1[1].jpg thumbnail_20190114_091006-1[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2019/21315828_bnA7L.jpeg)
Eu sei que o actual Presidente da República é uma figura popularíssima e que as notícias dignas desse nome não nascem para aí aos pontapés. Sei também que o Expresso cumpre ainda uma fase de penitência por ter noticiado há três meses, em manchete nada verdadeira, que o sucessor de Cavaco Silva iria reconduzir a procuradora-geral da República Joana Marques Vidal. Mas, caramba, era mesmo necessário escreverem “Marcelo” três vezes em título na primeira página deste sábado?
Nos anos 80, em que foi assinalado o centenário do nascimento do autor de Mensagem, popularizou-se a expressão «tanto Pessoa já enjoa». Não me admirava que um destes dias alguém comece a dizer «Marcelo, já cansa vê-lo». Agora a triplicar no semanário onde chegou a ter o nome no cabeçalho, como director.
P. S. – “Marcelo acha”, em título de capa, é o cúmulo do achismo. Confundindo o Presidente com um Sherlock Holmes.

De popularíssimos evito lista exaustiva mas podemos juntar excelentes modelos como o célebre Tino de Rans ou Cristina Ferreira do telefonema presidencial.
Por onde anda a democracia, a transparência e o funcionamento sério das instituições?
Tudo se aldraba manipula e é permitido depois deste superiormente manhoso exemplo:
Marcelo Rebelo de Sousa diz que “a vida do PSD é com o PSD”
“Presidente da República recebe Luís Montenegro na segunda-feira”.
Também a vida do PCP será com o PCP levando atrelada a melancia que nunca foi a votos, tudo em nome de vã justiça e princípios retorcidos e enxovalhados.
Não confunda o Presidente com o senhor de Rans: Marcelo vence-o por sete a um. Aliás, já venceu.
Que bela rima
Um bocado a martelo.
Nada sobre a Cristina? O programa dela está um assombro
Não ouço. Só vejo.
Já cansava quando dialogava com a Flor… agora que é Sol, tornou-se mesmo pedroso, pedregoso, pesado.
Menos Marcelo, menos. Menos, Marcelo, menos…
Ainda há Sol? Pensava que já só havia Expresso.
Jornalisticamente falando, demasiadamente expresso, até, não fazia mal alguma contenção.
Demasiadamente espesso também. Um atentado ecológico.
Perdi-me…. falamos de Marcelo ou do jornal? 🙂