maratona


Patrícia Reis,

Sherlock Holmes para aquecer, depois a Carnificina de Deus e, para terminar, A Toupeira. Seis horas de cinema. Três filmes completamente diferentes, todos bons, com actores de qualidade, bons diálogos, edição e montagem de se tirar o chapéu e bandas sonoras a condizer (confesso que a última, de Alberto Iglezias, é a minha preferida). O melhor de todos? Não faço ideia. Confesso que Polanski tem sempre qualquer coisa que os outros não têm (ou talvez seja o registo mais aproximado de uma dramaturgia, passada em NY, uma cidade onde não pode ir). No fim, quando o objecto da discussão, as duas crianças, brincam à roda de uma consola qualquer, quase que fiquei de lágrimas nos olhos. Tantas coisas que os filhos não sabem. Tanto que os pais não imaginam.

2 comentários em “maratona”

  1. Dos três, ainda só vi o Polanski. Teatro puro (aliás, foi adaptado de uma peça de Yasmina Reza), um belo texto primorosamente representado. Gostei muito.

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