Mãos à obra


Teresa Ribeiro,

O melhor é ser pragmático, tirar as pedras do sapato, escolher uma nuvem e deitar mãos à obra. O Pessoa percebia disto. Sigamo-lo em 2012.

 

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo,
e posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Fernando Pessoa

Feliz Ano Novo

13 comentários em “Mãos à obra”

    1. Agradeço, IsabelPS, a informação. Estamos sempre a aprender. São os dois últimos versos que me cativam neste poema, aliás, são estes dois versos que se têm reproduzido por aí com insistência, sempre sendo atribuídos a Pessoa. Não sou especialista em Pessoa, mas conheço razoavelmente a sua obra. Nestas linhas, de facto, não se encontra a complexidade do seu pensamento, nem a sofisticação da sua escrita, mas quem leu as suas cartas para Ophélia sabe até que ponto o poeta pode ser desconcertante…

  1. Atenção: Isto nada tem a ver com Fernando Pessoa. é apenas a junção de textos de dois brasileiros que algum bricalhão fez, e isto sem preuízi do valor do texto em si.

    1. Já sei, anónimo, obrigada. De tanto ver este poema citado convenci-me que era mesmo do Pessoa, mas o que conta é a intenção e a mensagem daqueles dois versos finais vale para o momento, com ou sem a assinatura do FP.

  2. Se o que conta para si é a intenção dos dois versos finais, era bom, então, que retirasse o nome de Pessoa da autoria.
    Se de facto quiser dar a conhecer a autoria, e deve, os versos de que gosta mais, os dois últimos, são de Nemo Nox (um blogeer) enquanto o resto é de Augusto Cury.
    Tenha um bom ano e não se fie na Net.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *