
Diário de Notícias, 25 de Janeiro
(sondagem Aximage)

Jornal de Notícias, 25 de Janeiro
(sondagem Aximage)

Público, 28 de Janeiro
(sondagem CESOP da Universidade Católica)

Expresso, 28 de Janeiro
(sondagem ISCTE-ICS)

Diário de Notícias, 25 de Janeiro
(sondagem Aximage)

Jornal de Notícias, 25 de Janeiro
(sondagem Aximage)

Público, 28 de Janeiro
(sondagem CESOP da Universidade Católica)

Expresso, 28 de Janeiro
(sondagem ISCTE-ICS)
Manchas dos empatas.
Estas sondagens só serviram para promover os idiotas da aldeia a portadores da verdade, e a legião de imbecis que acreditou foi para as redes sociais ampliar a estupidez. Só que o povo não se deixou manipular e votou como sempre votou, com esperança.
Esperança?
A esperança é verde e Antonio Costa é da comissão de honra de Luís Filipe Vieira (para que conste).
Se não foi pela esperança, nem pela honra qual a razão para tantos terem votado em Costa?
Não misturemos as coisas. Como diz o Jorge Jesus se os políticos fossem treinadores não duravam muito tempo nas equipas.
« o qie faz falta é enganar a malta »
A propósito, porque é que a Intercampus não publicou a sondagem à boca das urnas no dia 23/1 – voto antecipado?
Está a dizer que os jornais são todos iguais e todos se enganaram?
Isso é conversa de taxista A seguir vai dizer que os políticos são todos iguais.
Ás vezes questiono-me por que motivo leitores que nada têm para dizer se sentem quase obrigados a vir aqui picar o ponto.
Eis mais um caso.
Para mim o que devia ser manchete é a perseguição neofascista e social-fascista que o ps está a fazer ao Chega.
Aqui temos uma precriana que já faltava.
Antes do 25 de Abril dizia-se ;Salazar fez mais comunistas do que Alvaro Cunhal; depois do 25 : Cunhal fez mais anti-comunistas do que Salazar. O CHEGA teve 7,27% da votação, 12 deputados; continuem……..
Não aprendem nada!
Salazar? Cunhal?
Estamos no século XXI. Tudo isto ficou lá para trás. Muito lá para trás.
Vendo bem as coisas, ou melhor estas manchetes a uma semana das eleições, até não estará mal de todo. Na verdade o PSD teve mais uns votos que em 2019, o problema foi desta vez, não o “ciclone dos Açores” como há anos mas sim o “ciclone da geringonça” que não estava nas previsões mais optimistas.
Estas manchetes – adoptando a parte pelo todo, puxando pelas margens mínimas ou máximas para simular “empate”, inciuindo as publicadas no último dia de campanha, a 48 horas de o País ir a votos – são péssimo jornalismo.
Público: “Direita só terá maioria com Chega” – esta frase, ou convicção, não terá acabado por dar a maioria absoluta ao PS? Sei de votantes PSD (ou oscilantes) que mudaram de ideias à última da hora.