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Salvo melhor opinião, a manchete de hoje do Correio dos Açores, que aqui reproduzo com a devida vénia, desrespeita alguns princípios básicos da técnica jornalística:
1. Evitar sobrecarregar um título com dados estatísticos;
2. O mais importante deve ser mencionado logo de início, não no fim;
3. Inútil usar 12 palavras quando bastariam cinco: “Perde testículo em Ponta Delgada”.

Simples :
Os atacantes partiram 6 dentes ao morderem os testículos da vítima.
A opção editorial :
“Perde testículo em Ponta Delgada”
Poderia induzir a buscas populares por um testículo que ao que parece foi abocanhado.
Outra questão que se “alevanta”, relaciona-se com a fragilidade dentária ou da dureza testicular.
CMTV já!!!!
Foi um título com unhas e dentes caramba
homens de ponta delgada
Alternativa: “Vítima perde testículo e acaba sem Ponta (delgada)” 🙂
Confere. Um mal nunca vem só.
nas ilhas, as questões dentárias são a prioridade.
A mestra não lhes chegou a palmatória aos quartos traseiros. Só se perderam as quem caíram no chão. Isto é jornalismo, jornalismo – olhe, jornalismo correio da manhã, citando o zézito “vende cabritos”
LOL! O post do Ano.
Mas até dói só de ler. Perder assim seis dentes de uma vez só…
Hmm, sem desprimor, mas a do jornal estava bem. Talvez “perdeu testículo”, para ser conciso, mas se calhar não deu tempo para escrever mais curto, como se desculpou o Cartesius.
É um título com mais palavras, mas na linha do clássico “Headless body in topless bar” – http://www.google.pt/search?q=best+headline+eve r
“Perdeu um testículo” é pleonasmo.
O governo por iniciativa do BE , já prometeu um transplante do testiculo…Vamos a ver se aparece algum “colhão” compatível…
Com a falta deles… será dificil!
Cesar e o Galamba já louvouram a ideia…
Lavouraram?
Sim, Pedro! Ao Lavoura sobram-lhe dois.
Perdeu um testículo e ganhou seis dentes partidos.
Podia ser pior…
Se procurar bem o testículo perdido, talvez ainda o possa encontrar.