Mais vinte rios de Portugal (20)


Pedro Correia,

 

RIO XÉVORA

 

Nascente: Serra de São Mamede, concelho de Portalegre

Foz: Rio Guadiana, em Badajoz (Espanha)

 

"Ao aproximarmo-nos da que já foi vila sede de concelho [Ouguela], a primeira visão que temos é de uma elevação coroada por muralhas de um castelo medieval. Subindo a encosta, em breve se vêem as casas do arrabalde, organizadas em três ruas íngremes com vista para a planura que se estende no sopé do monte, fruto do trabalho de deposição dos dois cursos de água que aqui confluem: a Ribeira de Abrilongo e o Rio Xévora."

Do blogue Entre Tejo e Odiana

6 comentários em “Mais vinte rios de Portugal (20)”

  1. Que surpresa, Pedro Correia. Muito bem.
    Mais uma grande série a merecer: Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap!

    Pai Natal eu fosse, enchia-lhe o sapatinho de coisas boas…

    :)))

  2. Parabéns Pedro, mais uma vez obrigada pelo seu trabalho que me proporcionou – revisitar alguns rios, despertar interesse por conhecer outros e pensar que como é importante preservarmos os nossos rios…
    Na última edição do programa “Câmara Clara”, o tema foi – “ Ambiente: Separar o Trigo do Joio” ouvi Pedro Arrojo Agudo – membro do Comité MAB (Man and Biosphere) da UNESCO – falar sobre a importância dos rios. Lembrei-me, logo, do Pedro e da sua série, muito oportuna, “ Rios de Portugal” e, agora, tomo a liberdade de transcrever o excerto da conferência, desculpe a presunção Pedro, achei que faria sentido…

    “Conferência Gulbenkian – Out. 2009 – O Ambiente na Encruzilhada.
    Por um futuro sustentável”
    “O desafio ético da sustentabilidade na gestão da água”
    Pedro Arrojo Agudo

    (…) Contudo, da gestão da água e dos rios dependem valores e funções vinculadas a categorias
    éticas que não são geríveis através do mercado, pois não são substituíveis por bens de capital.
    A água cumpre, antes de mais, funções de vida, essenciais, não só às comunidades humanas,
    mas também ao resto dos seres vivos. Assim como entendemos que as florestas são muito
    mais que simples armazéns de madeira, devemos assumir que rios, lagos e zonas húmidas são
    muito mais que canais ou depósitos de H2O: cumprem funções de auto-depuração dos seus
    caudais; aquíferos e zonas húmidas regulam o ciclo hidrológico natural, armazenando e
    libertando caudais em tempos de seca e estiagem; os rios criaram hortas nas planícies aluviais,
    deltas nas desembocaduras e praias nos litorais, graças aos seus fluxos de sedimentos;
    também fertilizaram a vida, a biodiversidade e os recursos pesqueiros nas plataformas
    costeiras, graças ao fluxo de nutrientes continentais que arrastam para os mares.(…)
    Por último, para além destes valores tangíveis, rios, lagos e zonas
    húmidas geram valores intangíveis, emocionais e espirituais, que marcam a identidade
    cultural e paisagística de povos e territórios.(…)”

    http://www.gulbenkian.pt/media/files/agenda/eventos_2009/Conf%20Gulbenkian/PedroArrojo_Resumo+BioPT.pdf.

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