Há uns dias escrevi aqui no Delito sobre um tema que há muito acompanho com interesse, que tem a ver com as perigosas “brincadeiras” que vão acontecendo para os lados da Península da Coreia e dos mares do Japão e da China. E disse que “qualquer acidente ou incidente que por ali aconteça (e têm acontecido alguns) pode acender o rastilho para algo de dimensões problemáticas”. Hoje, o Tribunal Permanente de Abritragem, em Haia (sem poderes vinculativos), acrescentou mais um “condimento” ao dar razão às reivindicações das Filipinas contra os interesses da China. Pequim já disse que não vai acatar qualquer recomendação ou decisão.


Pequim já disse que não vai acatar qualquer recomendação ou decisão.
Faz Pequim nuito bem. Mandem os EUA primeiro o seu cliente Israel acatar as decisões desse tribunal, depois falamos.
Escreve e muito bem. O assunto é deveras assustador; se os falcões nos EUA ainda mandam, temos de certeza problemas graves a prazo. Ninguém de juizo espera que a China, seja prudente neste assunto e desafia-la fica muito bem nos blogs dos EUA e apenas aí.