É, de facto, a praça Durbar – no centro de Catmandu, património mundial da Humanidade. Como, aliás, acontece com os centros históricos de Patan e Baktapur, outras cidades do vale de Catmandu. O Nepal é um dos países mais fascinantes do planeta. Uma das vezes em que lá estive conheci também a zona dos lagos, em Pokhara. Um deslumbramento.
Sim, a visão do amanhecer no Annapurna, com a sua imagem reflectida no lago, o nascer do dia em Nagakort, do outro lado, num dia limpo, tendo o Everest ao fundo, ou percorrer toda a vertente leste tomando nota dos cumes gelados, é algo que nunca mais se esquece e, felizmente, nos persegue a vida toda.
Teresa: Só tens uma solução é tratar já das próximas férias. O melhor é marcá-las para Novembro, altura em que terás mais possibilidades de ver os picos sem nuvens. E não te esqueças de comer uma boa tarte de maçã com gelado nos austríacos, ali junto a Thamel street.
Voar logo ao nascer do sol sobre oito dos dez picos mais altos do planeta, incluindo o Evereste, foi uma das experiências mais fabulosas que já tive. E depois tomar o pequeno-almoço num albergue de montanha (aprendi a gostar de sopa de lentilhas, iguaria típica nepalesa). Ao fim do dia, jantar num dos vários restaurantes situados nos fascinantes terraços de Catmandu. Pokhara tem, de facto, o fascínio dos lagos e a presença omnipotente dos Annapurnas – e sobretudo do Machapuchare, uma das raras montanhas do mundo que nunca foi conquistada pelo homem.
a imagem da fotografia é da durbar square (praça dos palácios) de Patan. turisticamente, Patan faz parte de Catmandu, que possui a sua durbar square, igualmente deslumbrante não apenas para os ocidentais, mas a praça de Patan é mais harmoniosa e menos asfixiante do ponto de vista “ocupacional”, por isso merece ser devidamente identificada, única razão porque faço esta observação. visitei esta zona à cerca de 3 anos e meio e, clalro, tenho centenas de fotografias, que facilmente me eprmitem identificar os locais e vistas mais batidas.
Essa não, Joana. Nos meus anos de Oriente o Butão era um país sujeito a ‘numerus clausus’: só escassas centenas de estrangeiros podiam visitá-lo por ano. Nunca tive essa sorte.
Durbar Square, I presume.
Já lá vão quase 25 anos, mas hei-de lá voltar.
Se a inveja matasse, já tinha caído para o lado. Grrrr!
durbar square, na cidade de Patan, vale de Catmandu.
É, de facto, a praça Durbar – no centro de Catmandu, património mundial da Humanidade. Como, aliás, acontece com os centros históricos de Patan e Baktapur, outras cidades do vale de Catmandu. O Nepal é um dos países mais fascinantes do planeta. Uma das vezes em que lá estive conheci também a zona dos lagos, em Pokhara. Um deslumbramento.
Sim, a visão do amanhecer no Annapurna, com a sua imagem reflectida no lago, o nascer do dia em Nagakort, do outro lado, num dia limpo, tendo o Everest ao fundo, ou percorrer toda a vertente leste tomando nota dos cumes gelados, é algo que nunca mais se esquece e, felizmente, nos persegue a vida toda.
Teresa: Só tens uma solução é tratar já das próximas férias. O melhor é marcá-las para Novembro, altura em que terás mais possibilidades de ver os picos sem nuvens. E não te esqueças de comer uma boa tarte de maçã com gelado nos austríacos, ali junto a Thamel street.
Voar logo ao nascer do sol sobre oito dos dez picos mais altos do planeta, incluindo o Evereste, foi uma das experiências mais fabulosas que já tive. E depois tomar o pequeno-almoço num albergue de montanha (aprendi a gostar de sopa de lentilhas, iguaria típica nepalesa). Ao fim do dia, jantar num dos vários restaurantes situados nos fascinantes terraços de Catmandu.
Pokhara tem, de facto, o fascínio dos lagos e a presença omnipotente dos Annapurnas – e sobretudo do Machapuchare, uma das raras montanhas do mundo que nunca foi conquistada pelo homem.
a imagem da fotografia é da durbar square (praça dos palácios) de Patan.
turisticamente, Patan faz parte de Catmandu, que possui a sua durbar square, igualmente deslumbrante não apenas para os ocidentais, mas a praça de Patan é mais harmoniosa e menos asfixiante do ponto de vista “ocupacional”, por isso merece ser devidamente identificada, única razão porque faço esta observação.
visitei esta zona à cerca de 3 anos e meio e, clalro, tenho centenas de fotografias, que facilmente me eprmitem identificar os locais e vistas mais batidas.
Aí está outra fotografia agora, para não haver dúvidas, Carlos. Já vi que também gosta de viajar. Espero que faça muitas e boas viagens.
Ah pois claro, Pedro: Catmandu, Patan e Baktapur… Fico à espera de Thimphu.
Essa não, Joana. Nos meus anos de Oriente o Butão era um país sujeito a ‘numerus clausus’: só escassas centenas de estrangeiros podiam visitá-lo por ano. Nunca tive essa sorte.