8 comentários em “Mais trinta cidades que jamais esquecerei (IV)”
(1) Tenho a impressão que a Shanghai atual é muitíssimo diferente da que Malraux viu e conheceu.
(2) A grafia Xangai é totalmente infeliz, porque no nome da cidade, em chinês, não há qualquer g. Diz-se qualquer coisa como “chân hai”. A letra correta é um h aspirado e não um g.
Xangai é uma das duas à cabeça da minha lista de «cidades que jamais esquecerei».
A ideia do Lavoura é tão interessante que nem sei como nunca me ocorreu nos meus 12 anos no Extremo Oriente. Ainda por cima, ao introduzir o H aspirado na nossa língua pode servir de exemplo para aspirar todas as consoantes que têm andado a cair ao chão e a sujar a nossa fala.
Ora aí está uma excelente sugestão, compadre. À consideração da douta Academia de Letras: o H transformado em aspirador. Antes que a “velha” ortografia expire.
(1) Tenho a impressão que a Shanghai atual é muitíssimo diferente da que Malraux viu e conheceu.
(2) A grafia Xangai é totalmente infeliz, porque no nome da cidade, em chinês, não há qualquer g. Diz-se qualquer coisa como “chân hai”. A letra correta é um h aspirado e não um g.
Luís Lavoura: este veterano de 13 anos de Oriente agradece, reconhecido, a sábia lição de chinês que acaba de ministrar-lhe. Tchié tchié.
Bela imagem do Bund. Mas essa deve ter sido tirada aí às 6 da manhã, não?
Foi bem cedo, Sérgio. Só isso explica haver tão pouca gente no Bund, inesquecível a vários títulos.
Não há por aí uma bela COIMBRA?
Boa pergunta. Vou reencaminhá-la para a Laura Santos e para o José Maria Pimentel.
Xangai é uma das duas à cabeça da minha lista de «cidades que jamais esquecerei».
A ideia do Lavoura é tão interessante que nem sei como nunca me ocorreu nos meus 12 anos no Extremo Oriente. Ainda por cima, ao introduzir o H aspirado na nossa língua pode servir de exemplo para aspirar todas as consoantes que têm andado a cair ao chão e a sujar a nossa fala.
Ora aí está uma excelente sugestão, compadre. À consideração da douta Academia de Letras: o H transformado em aspirador. Antes que a “velha” ortografia expire.