Também, Leonor. Veneza é talvez, para mim, a excepção a essa regra. Associarei sempre Budapeste a uma imagem romântica, quase de filme: cheguei de comboio, à noite, debaixo de neve. Gostei à primeira vista – eu que tanto gosto de estações ferroviárias e de neve.
Muito charme! Budapeste lembra-me o cenário de um filme de espionagem do pós-guerra, com romance à mistura e um final empolgante. Vá-se lá saber porquê.
… paraíso dos farejadores de ‘antiques’ como eu 🙂
E de gastrónomos. E de melómanos. E.
vá lá, não comem lampreia.
Não comem lampreia com paprika?
Talvez mais paprika com lampreia, é Hungria 😉
Belíssima escolha. Gosto muito de Budapeste. Gosto de cidades que são mais de quem lá vive do que de quem as visita.
Também, Leonor. Veneza é talvez, para mim, a excepção a essa regra. Associarei sempre Budapeste a uma imagem romântica, quase de filme: cheguei de comboio, à noite, debaixo de neve. Gostei à primeira vista – eu que tanto gosto de estações ferroviárias e de neve.
Sim, concordo, Pedro, mas Veneza é um caso à parte, tão bela que quase dispensa pessoas 🙂
Muito charme! Budapeste lembra-me o cenário de um filme de espionagem do pós-guerra, com romance à mistura e um final empolgante. Vá-se lá saber porquê.
Cenário de filme, sem dúvida. E o Danúbio ajuda.
Parabéns. Óptima escolha. Assim vale a pena. Bravo!
Obrigado. Vêm aí mais.