Vale a pena ler todo o artigo de António Guerreiro (link no parágrafo acima), uma análise lúcida e desapaixonada sobre o Acordo Ortográfico do nosso descontentamento. Só uma coisa me intriga: com uma tão interessante e bem articulada argumentação contra a utilidade e a bondade do AO, porque será que o colunista do Expresso não usa, como tantos outros, a prerrogativa que tem de escrever com a grafia pré-acordo?
O AO90 foi iniciado por Sarney da academia e da maçonaria brasileiras, está ao serviço das delirantes basófias nacionalistas daquele país, que assegurou os seus apoios aqui (geralmente em pessoas com fortes ligações económicas ou académicas – ou ambas – ao Brasil) e encarregou a maçonaria portuguesa de o impor.
Quer testar? Conhece algum um defensor de vulto do «acordo» que não tenha ligações ao brasil e/ou não seja maçon?
Até o «golpe» do uso nas escolas foi assegurado pela ministra Alçada, mulher de um conhecido e importante maçon ou simpatizante da maçonaria.
O mesmo se diga para os jornais – havendo que acrescentar os que são propriedade de maçons os que têm dificuldade económicas e estão dependentes da banca, etc.
E o resto? O resto é um país falido (pela 3ª vez em trinta anos, um arremedo de democracia e um crime de genocídio cultural – para além de outros menores.
Perguntas tu – e perguntas bem.