Grande escritor popular, o Ray Bradbury. Grande escritor – ponto final. Um homem que fez jus a esta espécie de lema que escolhi para legenda do ‘nobelizável’ de hoje.
É verdade, João. Um dos meus livros recorrentes de cabeceira são os contos ‘policiais’ de Ray Bradbury. Vários deles verdadeiras obras-primas.
Bradbury tinha um método de escrita infalível: escrevia um conto (ou um pedaço de romance equivalente) por semana. Assim foi, com uma cadência meticulosa, desde os 20 anos até quase ao fim da vida. Fazia um primeiro esboço do conto à segunda-feira, ia acrescentando ou revendo o texto durante a semana e no sábado ou domingo estava pronto.
Quando não era conto, eram sete ou oito poemas. Ou um drama num só acto. Ou três ou quatro capítulos de um romance. Ou um ensaio. Sempre ao mesmo ritmo: entre 18 e 32 páginas por semana.
Um excelente método. Quem me dera conseguir disciplinar-me a esse ponto..!
Excelente método, sem dúvida. Claro que exige disciplina a todos os níveis. Desde logo, disciplina mental – com tantas solicitações, a todo o momento, torna-se muito difícil.
Se me permite, já “levei” a frase (mais autor e respectiva data), para a pintar num objecto cá em casa. É fabulosa. Simples. O que quer que o simples queira dizer.
(gosto de restaurar objectos e esta frase é fabulosa para o efeito).
Se achar que não pedi autorização para o efeito, posso devolver a frase imediatamente 🙂
Obrigada pela simpatia. Em minha “casa” não estarei, mas que gosto de visitar este espaço, sem dúvida. A maior parte das vezes apenas me limito a ler. E leio todos os que escrevem no Delito. Por vezes através do Google Reader, outras entro mesmo em vossa “casa”. E de vez em quando participo.
Este leva o meu voto, claro..!
Grande escritor popular, o Ray Bradbury. Grande escritor – ponto final. Um homem que fez jus a esta espécie de lema que escolhi para legenda do ‘nobelizável’ de hoje.
Sem dúvida. E que bela prosa nos deixou.
É verdade, João. Um dos meus livros recorrentes de cabeceira são os contos ‘policiais’ de Ray Bradbury. Vários deles verdadeiras obras-primas.
Bradbury tinha um método de escrita infalível: escrevia um conto (ou um pedaço de romance equivalente) por semana. Assim foi, com uma cadência meticulosa, desde os 20 anos até quase ao fim da vida. Fazia um primeiro esboço do conto à segunda-feira, ia acrescentando ou revendo o texto durante a semana e no sábado ou domingo estava pronto.
Quando não era conto, eram sete ou oito poemas. Ou um drama num só acto. Ou três ou quatro capítulos de um romance. Ou um ensaio.
Sempre ao mesmo ritmo: entre 18 e 32 páginas por semana.
Um excelente método. Quem me dera conseguir disciplinar-me a esse ponto..!
Excelente método, sem dúvida. Claro que exige disciplina a todos os níveis. Desde logo, disciplina mental – com tantas solicitações, a todo o momento, torna-se muito difícil.
Se me permite, já “levei” a frase (mais autor e respectiva data), para a pintar num objecto cá em casa. É fabulosa. Simples. O que quer que o simples queira dizer.
(gosto de restaurar objectos e esta frase é fabulosa para o efeito).
Se achar que não pedi autorização para o efeito, posso devolver a frase imediatamente 🙂
Permito à vontade, Maria. Gostamos sempre das suas visitas. Faça de conta que está em sua casa.
Obrigada pela simpatia. Em minha “casa” não estarei, mas que gosto de visitar este espaço, sem dúvida. A maior parte das vezes apenas me limito a ler. E leio todos os que escrevem no Delito. Por vezes através do Google Reader, outras entro mesmo em vossa “casa”. E de vez em quando participo.
Participe sempre que quiser. Obrigado pela sua simpatia.