A frase é muito boa, mas denota uma falha comum de pensamento. São os valores que formam uma espécie de sexto sentido, que nos foi edificando enquanto humanidade. Como bem se sabe, há valores que não são quantificáveis em dinheiro. A vontade de comprar vontades, é apenas mais um caminho no sentido de justificar a orientação de quem está completamente desorientado.
Estou como o nosso amigo da Maia: a frase é mais uma trouvaille do que uma verdade. É boa pelo efeito, pela reacção que gera de imediato, e por isso digna do grande escritor que é S. Maugham. Mas não acho que traduza uma verdade universal.
O Nándinho Ul(tra)rich, foi “apanhado” pelo mesmo conceito.
Você tem jeito para criar ‘soundbites’, Bartolomeu. Gostei desse trocadilho.
A frase é muito boa, mas denota uma falha comum de pensamento.
São os valores que formam uma espécie de sexto sentido, que nos foi edificando enquanto humanidade.
Como bem se sabe, há valores que não são quantificáveis em dinheiro.
A vontade de comprar vontades, é apenas mais um caminho no sentido de justificar a orientação de quem está completamente desorientado.
Isso é verdade, da Maia.
Estou como o nosso amigo da Maia: a frase é mais uma trouvaille do que uma verdade. É boa pelo efeito, pela reacção que gera de imediato, e por isso digna do grande escritor que é S. Maugham. Mas não acho que traduza uma verdade universal.
Tendo a concordar convosco, Ana. Mas é uma frase que de algum modo condensa muito do pensamento e da obra de Somerset Maugham.