Há duas presenças esmagadoras na vida dos habitantes da Coreia do Norte. Uma diz respeito ao amor inquestionável pelo Querído Líder. No sentido de que esse amor não pode ser questionado. A outra é a da fome. De acordo com o Programa Alimentar Mundial, 6 milhões de coreanos estão à beira da morte devido a carências alimentares básicas. Entretanto, o regime mantém-se focado em salvaguardar alguns objectivos essenciais. Os militares devem continuar a alimentar-se adequadamente e à mesa do Querido Líder não podem faltar as habituais iguarias, nem o vinho da melhor qualidade. Morrer por amor é, na Coreia do Norte, uma expressão plena de significado.
Longa vida ao Querido Líder
Rui Rocha,

É um escândalo, Rui. Os coreanos sofrem, há anos, mas sabe-se pouco, por estarem tão isolados, as notícias surgem assim, de vez em quando. Miséria e sofrimento, nas mãos de um homem que talvez já tenha perdido o contacto com a realidade. É pior do que em Cuba, muito pior!
Sem dúvida, Cristina. Um dos piores sítios do mundo para se nascer.
É espantoso como um país pode persistir nesta espécie de “dimensão à parte”…
É de facto uma coisa de outro mundo, José.
Será similar? Convido-vos a verem este vídeo, porque esta do querido líder também já chegou a Portugal, se calhar até à mais tempo do que aquele que o comum dos Portugueses imagina. Isto deveria ter sido passado nas televisões, mas não… não passou!
http://youtu.be/aT6qTn5Fhk0
António, eu próprio trouxe a intervenção de RMachado aqui ao DO: http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/28 99339.html
Todavia, sem prejuízo da crítica cerrada que também faço a Sócrates, temos que ter noção da profundísssima diferença entre as situações. Somos ainda uma democracia, apesar de tudo.