A Priscila Rêgo, que se não é uma liberal à moda antiga disfarça bem, tenta pôr algum juízo na cabeça da nossa (e da sua) direita. Ler aqui, aqui e aqui.
Um comentário em “Londres, 3.”
concordo inteiramente com o Henrique no Londres II e proponho o exercício contrário: quantos “ricos” roubam? quantas pessoas em posições priviligiadas roubam, fazem trafulhices (criminais) sem, vá, necessariamente precisarem?
Numa palavra: corrupção.
Não vai das condições financeiras de cada um, vai de outra coisa qualquer que não sei qual é…
concordo inteiramente com o Henrique no Londres II e proponho o exercício contrário: quantos “ricos” roubam? quantas pessoas em posições priviligiadas roubam, fazem trafulhices (criminais) sem, vá, necessariamente precisarem?
Numa palavra: corrupção.
Não vai das condições financeiras de cada um, vai de outra coisa qualquer que não sei qual é…