Não tenho mesa de cabeceira, o que estraga um pouco o sentido da ideia, mas gosto de ler na cama. Na fotografia acima falta o telemóvel (foi usado para a fotografia) onde costumo também fazer algumas leituras (jornais e alguns e-books), mas está o essencial do monte ao lado da cama. Está também o candeeiro e a ficha onde o candeeiro e o carregador do telemóvel vão buscar a energia. Vamos aos livros:
Está obviamente o livro de que falei há pouco tempo e que vou lendo, bem como Europe’s Tragedy, de Peter H. Wilson, que também referi. Tenho também A Máquina de Fazer Espanhóis, de Valter Hugo Mãe, que decidi contrariar usando maiúsculas. Por acaso tenho lá um livro para o trabalho: Porous Ceramic and Metallic Microreactors, de Halil Can Aran. Trata-se da tese de doutoramento de um antigo colega e que estou a ler para ir refrescando conhecimentos de outras áreas. Espaço ainda para o futebol com The Blizzard, uma fanzine (que recomendo a qualquer pessoa que pense que Luís Freitas Lobo sabe escrever bem) com contribuições de alguns dos melhores escritores sobre futebol em língua inglesa (e não só) e cujas versões em e-book podem ser obtidas aqui com a contribuição que se entender. Confesso que nunca paguei menos de 5 libras. Tenho por fim a edição de Julho da National Geographic com um artigo dedicado à formação do sistema solar. A NG tem-se tornado um pouco sensacionalista nos últimos anos (especialmente o canal de televisão) mas ainda vai valendo a pena.


mas estes caro(a)s senhores e senhoras só têm na cabeceira os grandes clássicos?
e assim, sei lá, um henry miller para espevitar ou um follett para nos chegar logo o sono?
cumprimentos
carlos santos
Clássicos caro Carlos Santos? Não tenho um único nesta lista. Até lá tenho futebol… Mas se está a falar em coisas ao estilo do Henry Miller, oq ue lhe posso dizer é que se ele tivesse escrito nos tempos da Playboy e internet, que não teria tido o mesmo sucesso. Não há forma de estimular a imaginação quando os objectos de desejo estão ali mesmo à mão (ou ao dedo, no caso dos computadores).
Touché!
Olhei e disse para comigo: “este também está a ler o German Genius”.
Depois é que me dei conta de que estou a ler o Watson por sua causa. Aproveito para agradecer o conselho.
O candeeiro é para sessões de auto-tortura?
Só se pensar na auto-tortura como sendo as horas passadas acordado quando deveria estar a dormir. Tortura aos olhos…
E eis como se faz uma boa resenha de livros de cabeceira sem necessidade da dita.
Não tenho a mesa, mas gostaria. O azar é que no apartamentozito onde estou durante a semana, a cama fica num nicho que é pequenino e a mesa de cabeceira que eu tinha ali não cabe. E como tenho estado muito ocupado (leia-se, tenho sido preguiçoso), ainda não fui à procura de outra.
Não tens mesa de cabeceira mas tens um belo candeeiro minimalista. Phillip Starck? 😉
Não Ana, é mesmo do Ikea e ao qual falta o chapéuzinho que se partiu nalguma mudança 🙂