Ao menos já não podem iludir com a promessa de que vão estudar essas calamidades, e até para facilitar soluções o derrotado presidente eleito vereador, decidiu fugir e nem sequer sentar o cu em assembleia nessa qualidade.
Em que planeta vocês vivem? Lisboa tem perdido cada vez mais habitantes. Certas freguesias da cidade perderam 30% de eleitores em duas décadas. A esmagadora maioria destes actos de violência – roubos, pilhagens, violações e até homicídios – é protagonizada por escumalha que nunca viveu nem vive em Lisboa.
Marginalmente. Nos últimos dez anos perdeu cerca de 10% da população. Não é muito.
A esmagadora maioria destes actos de violência – roubos, pilhagens, violações e até homicídios
Quais atos de violência? Somente vi na primeira notícia um único ato de violência. Que não foi nem pilhagem nem violação.
Nas outras notícias aquilo que vi foi excesso de população. Excesso de pessoas na Praça Europa (mas sem quaisquer atos de violência), excesso de pessoas no Bairro Alto (mas sem quaisquer atos de violência), e excesso de pessoas nas estradas. Só posso concluir que em Lisboa o que há é gente a mais.
Você não viu nada nestes seis anos em que apoiou Medina. Até ao fim. Basta revisitar as caixas de comentários da minha série “A Lisboa de Medina”.
Nunca apoiei Medina. Nem Medina é chamado para este post e respetivos comentários. Se quer contestar as minhas afirmações, faça-o. Já agora, uma correção ao meu comentário anterior, nos últimos dez anos Lisboa perdeu 3% da sua população, não 10%.
Você apoiou sempre Medina. Como ficou à vista de qualquer leitor nos comentários que foi fazendo na minha série de postais intitulada “A Lisboa de Medina”. Foi um dos maiores defensores dele, está documentado. Se depois votou IL, só revela que afinal o “dia de reflexão” sempre serve para alguma coisa.
E pronto, é como vem nos manuais. Para justificar o não cumprimento das promessas começa-se já a agitar a pesada herança. Vem nos manuais da arte de enganar papalvos, nada de novo.
Ainda há pouco tempo o Pedro Correia se queixava neste blogue da falta de jovens em Lisboa. Afinal parece que até há jovens a mais. Pelo menos no Cais do Sodré e no Bairro Alto.
O que não faz falta nenhuma é haver cada vez mais jovens assaltados, esfaqueados e até mortos, como voltou a suceder – agora a meio do dia numa estação de metro. Contra isto não se indignam vocês. Fazem de conta que nem acontece.
Se quer falar dos “vocês, os que apoiaram Medina” então não se dirija a mim. Eu nunca, jamais, apoiei Medina. Nunca votei nele nem o apoiei. Nas últimas eleições depositei três votos, todos eles na Iniciativa Liberal.
E aquela miúda de 13 anos(? ) em Setúbal que foi obrigada na escola 2+3 ciclo de Aranguez a fazer sexo oral a um rapaz sob ameaça de uma naifa. Algo vai mal na cabeça dos jovens!
Para alguém que defendeu até ao limite a presidente da junta de Arroios, agora corrida pelos eleitores, não admira esta bojarda. Revela o mesmo nível intelectual.
A gorda da Arroios dá mais jeito para notícias/desculpas que os talibãs que já ninguém quer saber deles.
Isso dos jovens meliantes é imigração. Da Amadora. Eu fazia um muro.
Ao que parece há uma onda de crime em Lisboa. Já vi este filme com o Fernando Gomes. Assim como veio, a onda foi devolvida ao mar. Assim será quando tiver de ser.
Autoridades não prepararam desconfinamento. Em primeiro lugar, aqui não se prepara o que seja. Segundo, a situação “na noite” é em tudo idêntica ao que sempre foi. A diferença está nos holofotes. Há uns tempos deu uma reportagem sobre o Cais do Sodré, as ruas dos bares, como se aquilo não tivesse sido sempre assim, apinhado de gente na rua a beber e em completa javardice, com complacência das autoridades. Mas não deixa de ser irónico que alguns meses atrás houvesse reportagens de habitantes dos bairros típicos a queixarem-se da desertificação e de como queriam os turistas de volta, agora é o oposto.
O trânsito… eh lá, 3% acima? Que horror. Naturalmente há gente com receio dos transportes públicos, isto apesar do Governo apresentar provas científicas de que o vírus se transmite nas superfícies comerciais mas não nos transportes públicos (o que comprova que é um vírus burguês e neoliberal).
Portugal regressa ao normal. Tivemos cerca de ano e meio para preparar um novo normal (que não aquele que era denominado como tal, mas que era uma anormalidade), com menos dependência do transporte individual e dos combustíveis, aproveitando a digitalização, libertando o país da “indústria” do turismo, preferiu-se manter o que estava. Porque estava bem, ou assim parece.
Até parece que os outros países da Europa e do Mundo são muito seguros, podemos agradecer a Deus de não termos mais violência em Portugal com agressividade que anda para aí nos jogos de futebol, por mim acabava-se com o desporto deste matulões que influenciam a podridão da sociedade e mete a cabeça dos jovens num baldio de loucura.
Numa nota lateral, o Dr. Medina saiu da Câmara para facilitar(?) o processo. Não percebo ao certo o significado, mas siga. Entretanto, retoma o seu cargo uma qualquer instituição. Quantos de nós podemos tirar uma licença, e ter o emprego à nossa quando decidimos regressar? Ainda dizem que não há benefícios em servir a causa pública. Outra questão, se o senhor é indispensável ao funcionamento da dita organização, quem esteve no seu lugar até agora, e agora esse indivíduo vai ser despedido porque deixou de se necessário, ou…
Como é que se finda um emprego (nem chega a esfriar) e já se está colocado num outro noutro de lamber os beiços, creio. O seu bem observado último parágrafo é para matutar.[:<]
Como diz o velho ditado ” o seu a seu dono”. Isto não tem nada a ver com a Lisboa do Medina ou do Moedas ou doutro qualquer. Isto tem a ver com as medidas estúpidas de controle da sociedade por parte dos governos. Não é só cá em Portugal é na Europa toda onde foi declarado o fim das medidas repressivas. E nalguns países foi comemorado de forma muito mais violenta. Estar a misturar luta de gangs pelo controle da droga com as escaramuças naturais dos aglomerados de miúdos é a mesma coisa que olhar para a árvore e ignorar a floresta. Já é tempo de dizer basta à manipulação, dou o exemplo da pandemia. No início tínhamos de aplanar a curva, a curva nunca aplanou, depois tínhamos de vacinar 75% para termos imunidade de grupo, depois já tinha de ser 85%, atingimos os 85% mas para termos imunidade de grupo temos de vacinar África para erradicar o vírus. O índice de propagação nos países africanos é sete vezes inferior aos países europeus. África com os esgotos a céu aberto, com a electricidade aos bochechos, sem sistema de saúde, sem sistema de frio para guardar as vacinas, com as crianças a morrer à fome, com os vírus altamente mortíferos como o ébola, o zica, o nilo, a sida, malária e outros, realmente o problema maior dos africanos é a vacinação do covid. Quando é que vamos ser sérios na análise, olhar os problemas de frente, e deixar de fazer eco nas oposições estéreis e que não conduzem a nada.
Nunca se disse que “depois se tinha de vacinar África”: sempre se disse que em todos os países tinha de haver vacinação por igual. E essa das “taxas de propagação sete vezes inferior” deve ser para brincar. Já viu a percentagem de testagem em paíss com dezenas de milhões de habitantes? Ou acha mesmo que os números oficiais em África se aproximam sequer de uma estimativa?
Se os números oficiais são certificados para divulgação publica, se acreditamos nuns temos de acreditar nos outros. Porque se fizermos uma análise séria o número de mortos covid não tem nada a ver com o que é divulgado porque não se fazem autópsias. Porque é que os mortos o ano passado morriam de covid e este ano depois de vacinados morrem porque têm outras comorbidades? Não gosto de ser manipulado e aquilo que eu vejo é que se estão mesmo preocupados com os africanos dêem-lhes comida não lhes dêem vacinas.
E agora, como diriam os Monty Python, uma perspetiva completamente diferente. O Quino, que foi um verdadeiro filósofo gráfico, tinha uma piada que vou tentar reproduzir: um homem caminha por um passeio rente a portões gradeados de vivendas; num desses portões está afixado em cartaz a dizer “cuidado com o cão”; e um cão, de ar extremamente pacífico, tem a cabeça fora da grade e mira o homem que se vai aproximando. E quando o homem está mesmo junto dele, começa a dizer-lhe o cão coisas do tipo “a guerra está próxima”, “a inflação sobe em flecha”, “a juventude está perdida”, e etc.. Escusado será dizer que o homem sai dali quase de gatas e a perceber o porquê do aviso do cartaz… Ora o seu escrito de hoje fez-me lembrar esta história.
Jovem de 19 anos morto à facada? E não há reacção do mamador e de vozes estridentes? Então o defunto só pode ser um qualquer branquelas e os perpetadores do crime “portugueses especiais”.
Falha minha: onde se lê “e os perpetadores do crime” deve ler-se “ou os perpetadores do crime”. E assim tudo fica justificado, restando o crime entre “portugueses especiais” onde todo o ódio é uma inexistência. Se “os perpetadores do crime” fossem branquelas já tinha caído o Carmo e a Trindade, o mamador já se tinha espumado todo de raiva e as vozes estridentes já tinham ficado afónicas.
Também aquele MP inglês foi morto à facada por um “inglês especial” e “no pasa nada”. Para quando a libertação imediata das aves de capoeira, como pretendia o defunto deputado?
Ao menos já não podem iludir com a promessa de que vão estudar essas calamidades, e até para facilitar soluções o derrotado presidente eleito vereador, decidiu fugir e nem sequer sentar o cu em assembleia nessa qualidade.
Ora, isso é muito fácil de explicar: é em Lisboa que há mais votantes do CHEGA. Não matam nem morrem, nem andam de biscleta, mas são maus.
Então porque querem ainda mais pessoas em Lisboa?
Exatamente.
Especificamente, pessoas jovens.
Em que planeta vocês vivem? Lisboa tem perdido cada vez mais habitantes.
Certas freguesias da cidade perderam 30% de eleitores em duas décadas.
A esmagadora maioria destes actos de violência – roubos, pilhagens, violações e até homicídios – é protagonizada por escumalha que nunca viveu nem vive em Lisboa.
Lisboa tem perdido cada vez mais habitantes.
Marginalmente. Nos últimos dez anos perdeu cerca de 10% da população. Não é muito.
A esmagadora maioria destes actos de violência – roubos, pilhagens, violações e até homicídios
Quais atos de violência? Somente vi na primeira notícia um único ato de violência. Que não foi nem pilhagem nem violação.
Nas outras notícias aquilo que vi foi excesso de população. Excesso de pessoas na Praça Europa (mas sem quaisquer atos de violência), excesso de pessoas no Bairro Alto (mas sem quaisquer atos de violência), e excesso de pessoas nas estradas. Só posso concluir que em Lisboa o que há é gente a mais.
Você não viu nada nestes seis anos em que apoiou Medina.
Até ao fim.
Basta revisitar as caixas de comentários da minha série “A Lisboa de Medina”.
Nunca apoiei Medina.
Nem Medina é chamado para este post e respetivos comentários.
Se quer contestar as minhas afirmações, faça-o.
Já agora, uma correção ao meu comentário anterior, nos últimos dez anos Lisboa perdeu 3% da sua população, não 10%.
Você apoiou sempre Medina. Como ficou à vista de qualquer leitor nos comentários que foi fazendo na minha série de postais intitulada “A Lisboa de Medina”.
Foi um dos maiores defensores dele, está documentado.
Se depois votou IL, só revela que afinal o “dia de reflexão” sempre serve para alguma coisa.
não há cor-de-rosa
é tudo a preto e branco
Perante a pesada herança, as manifs contra o herdeiro não tardaram a por o pé na rua. A normal coerência.
Contra isto não se manifestam eles. Não dá jeito nenhum.
E pronto, é como vem nos manuais.
Para justificar o não cumprimento das promessas começa-se já a agitar a pesada herança. Vem nos manuais da arte de enganar papalvos, nada de novo.
Quatro notícias de quatro órgãos de informação diferentes.
Qual delas vos faz mais confusão?
Ainda há pouco tempo o Pedro Correia se queixava neste blogue da falta de jovens em Lisboa.
Afinal parece que até há jovens a mais. Pelo menos no Cais do Sodré e no Bairro Alto.
O que não faz falta nenhuma é haver cada vez mais jovens assaltados, esfaqueados e até mortos, como voltou a suceder – agora a meio do dia numa estação de metro.
Contra isto não se indignam vocês. Fazem de conta que nem acontece.
Contra isto não se indignam vocês.
Vocês, quem? Eu sou uma pessoa só. Não sou plural.
Não, não me indigno com rixas entre jovens de gangues diferentes. Os gangues existem precisamente para se matarem uns aos outros.
Vocês, os que apoiaram Medina e não aprenderam nada com o que aconteceu.
Se quer falar dos “vocês, os que apoiaram Medina” então não se dirija a mim. Eu nunca, jamais, apoiei Medina. Nunca votei nele nem o apoiei. Nas últimas eleições depositei três votos, todos eles na Iniciativa Liberal.
E aquela miúda de 13 anos(? ) em Setúbal que foi obrigada na escola 2+3 ciclo de Aranguez a fazer sexo oral a um rapaz sob ameaça de uma naifa.
Algo vai mal na cabeça dos jovens!
A bem da coerência
Presumo que já está a preparar um post a dizer que a culpa da morte deste jovem é do Moedas, certo?
Para alguém que defendeu até ao limite a presidente da junta de Arroios, agora corrida pelos eleitores, não admira esta bojarda. Revela o mesmo nível intelectual.
A gorda da Arroios dá mais jeito para notícias/desculpas que os talibãs que já ninguém quer saber deles.
Isso dos jovens meliantes é imigração. Da Amadora. Eu fazia um muro.
Ao que parece há uma onda de crime em Lisboa. Já vi este filme com o Fernando Gomes. Assim como veio, a onda foi devolvida ao mar. Assim será quando tiver de ser.
Autoridades não prepararam desconfinamento. Em primeiro lugar, aqui não se prepara o que seja. Segundo, a situação “na noite” é em tudo idêntica ao que sempre foi. A diferença está nos holofotes. Há uns tempos deu uma reportagem sobre o Cais do Sodré, as ruas dos bares, como se aquilo não tivesse sido sempre assim, apinhado de gente na rua a beber e em completa javardice, com complacência das autoridades. Mas não deixa de ser irónico que alguns meses atrás houvesse reportagens de habitantes dos bairros típicos a queixarem-se da desertificação e de como queriam os turistas de volta, agora é o oposto.
O trânsito… eh lá, 3% acima? Que horror. Naturalmente há gente com receio dos transportes públicos, isto apesar do Governo apresentar provas científicas de que o vírus se transmite nas superfícies comerciais mas não nos transportes públicos (o que comprova que é um vírus burguês e neoliberal).
Portugal regressa ao normal. Tivemos cerca de ano e meio para preparar um novo normal (que não aquele que era denominado como tal, mas que era uma anormalidade), com menos dependência do transporte individual e dos combustíveis, aproveitando a digitalização, libertando o país da “indústria” do turismo, preferiu-se manter o que estava. Porque estava bem, ou assim parece.
Até parece que os outros países da Europa e do Mundo são muito seguros, podemos agradecer a Deus de não termos mais violência em Portugal com agressividade que anda para aí nos jogos de futebol, por mim acabava-se com o desporto deste matulões que influenciam a podridão da sociedade e mete a cabeça dos jovens num baldio de loucura.
Anabela Costa
Concordo.
Mais gente a passear no shopping em família, menos idas ao futebol.
Por um futuro melhor.
Numa nota lateral, o Dr. Medina saiu da Câmara para facilitar(?) o processo. Não percebo ao certo o significado, mas siga. Entretanto, retoma o seu cargo uma qualquer instituição. Quantos de nós podemos tirar uma licença, e ter o emprego à nossa quando decidimos regressar? Ainda dizem que não há benefícios em servir a causa pública. Outra questão, se o senhor é indispensável ao funcionamento da dita organização, quem esteve no seu lugar até agora, e agora esse indivíduo vai ser despedido porque deixou de se necessário, ou…
É assim a vida, nós os mais frágeis da pirâmide só temos é que rezar a Deus e dar graças por haver televisão para entreter o espírito.
Anabela Costa
Despedido?!! Fazem os dois o trabalho de um, que na verdade é nenhum…
Como é que se finda um emprego (nem chega a esfriar) e já se está colocado num outro noutro de lamber os beiços, creio.
O seu bem observado último parágrafo é para matutar.[:<]
Como diz o velho ditado ” o seu a seu dono”.
Isto não tem nada a ver com a Lisboa do Medina ou do Moedas ou doutro qualquer. Isto tem a ver com as medidas estúpidas de controle da sociedade por parte dos governos. Não é só cá em Portugal é na Europa toda onde foi declarado o fim das medidas repressivas. E nalguns países foi comemorado de forma muito mais violenta.
Estar a misturar luta de gangs pelo controle da droga com as escaramuças naturais dos aglomerados de miúdos é a mesma coisa que olhar para a árvore e ignorar a floresta.
Já é tempo de dizer basta à manipulação, dou o exemplo da pandemia.
No início tínhamos de aplanar a curva, a curva nunca aplanou, depois tínhamos de vacinar 75% para termos imunidade de grupo, depois já tinha de ser 85%, atingimos os 85% mas para termos imunidade de grupo temos de vacinar África para erradicar o vírus.
O índice de propagação nos países africanos é sete vezes inferior aos países europeus.
África com os esgotos a céu aberto, com a electricidade aos bochechos, sem sistema de saúde, sem sistema de frio para guardar as vacinas, com as crianças a morrer à fome, com os vírus altamente mortíferos como o ébola, o zica, o nilo, a sida, malária e outros, realmente o problema maior dos africanos é a vacinação do covid.
Quando é que vamos ser sérios na análise, olhar os problemas de frente, e deixar de fazer eco nas oposições estéreis e que não conduzem a nada.
Nunca se disse que “depois se tinha de vacinar África”: sempre se disse que em todos os países tinha de haver vacinação por igual. E essa das “taxas de propagação sete vezes inferior” deve ser para brincar. Já viu a percentagem de testagem em paíss com dezenas de milhões de habitantes? Ou acha mesmo que os números oficiais em África se aproximam sequer de uma estimativa?
Se os números oficiais são certificados para divulgação publica, se acreditamos nuns temos de acreditar nos outros. Porque se fizermos uma análise séria o número de mortos covid não tem nada a ver com o que é divulgado porque não se fazem autópsias.
Porque é que os mortos o ano passado morriam de covid e este ano depois de vacinados morrem porque têm outras comorbidades?
Não gosto de ser manipulado e aquilo que eu vejo é que se estão mesmo preocupados com os africanos dêem-lhes comida não lhes dêem vacinas.
Não admira que o Candidato Derrotado se tenha retirado para um porto mais seguro… 021/10/saber-perder.html
https://mosaicosemportugues.blogspot.com/2
E agora, como diriam os Monty Python, uma perspetiva completamente diferente.
O Quino, que foi um verdadeiro filósofo gráfico, tinha uma piada que vou tentar reproduzir: um homem caminha por um passeio rente a portões gradeados de vivendas; num desses portões está afixado em cartaz a dizer “cuidado com o cão”; e um cão, de ar extremamente pacífico, tem a cabeça fora da grade e mira o homem que se vai aproximando. E quando o homem está mesmo junto dele, começa a dizer-lhe o cão coisas do tipo “a guerra está próxima”, “a inflação sobe em flecha”, “a juventude está perdida”, e etc.. Escusado será dizer que o homem sai dali quase de gatas e a perceber o porquê do aviso do cartaz…
Ora o seu escrito de hoje fez-me lembrar esta história.
Jovem de 19 anos morto à facada? E não há reacção do mamador e de vozes estridentes?
Então o defunto só pode ser um qualquer branquelas e os perpetadores do crime “portugueses especiais”.
Um jovem assassinado era negro.
Estranho não ter ouvido até agora qualquer clamor contra “ódio racial”.
Falha minha: onde se lê “e os perpetadores do crime” deve ler-se “ou os perpetadores do crime”. E assim tudo fica justificado, restando o crime entre “portugueses especiais” onde todo o ódio é uma inexistência. Se “os perpetadores do crime” fossem branquelas já tinha caído o Carmo e a Trindade, o mamador já se tinha espumado todo de raiva e as vozes estridentes já tinham ficado afónicas.
Também aquele MP inglês foi morto à facada por um “inglês especial” e “no pasa nada”. Para quando a libertação imediata das aves de capoeira, como pretendia o defunto deputado?
Anda tudo demasiado ocupado a “salvar o planeta”. Não há tempo para salvar vidas humanas.
Deixem-me ir para a janela gritar que nem um maluco!