Há-de ser um bom livro, aquele de que fala o post. Concordo com o que é sublinhado: o que fizemos, se foi de boa intenção, está feito e valeu; se não foi ou se errámos, voluntários ou não, passou e temos de seguir caminho que a vida não é compassiva. Mas o que não fizemos será sempre um se para que não há resposta. Arrisco que haverá sempre ses. Em todos nós. O ponto não é que não existam. É que não sejam muitos. Em demasia. Por outro lado, noto que não fazendo uma coisa, faço de certeza outra coisa. É por isso que os ses existirão sempre. O que quero dizer é que penalizar-nos pelo que não escolhemos é um tanto palerma. Parece-me que a vida quer de cada homem a entrega ao lugar e à situação em que está e de acordo com as capacidades que tem (foi o que o excepcional Mandela interpretou até ao fim). Se haja um Deus, julgo eu que me pergunte algo do estilo. Não havendo, é o que pergunto a mim mesma. Bom Dia:)
Há-de ser um bom livro, aquele de que fala o post. Concordo com o que é sublinhado: o que fizemos, se foi de boa intenção, está feito e valeu; se não foi ou se errámos, voluntários ou não, passou e temos de seguir caminho que a vida não é compassiva. Mas o que não fizemos será sempre um se para que não há resposta. Arrisco que haverá sempre ses. Em todos nós. O ponto não é que não existam. É que não sejam muitos. Em demasia.
Por outro lado, noto que não fazendo uma coisa, faço de certeza outra coisa. É por isso que os ses existirão sempre. O que quero dizer é que penalizar-nos pelo que não escolhemos é um tanto palerma. Parece-me que a vida quer de cada homem a entrega ao lugar e à situação em que está e de acordo com as capacidades que tem (foi o que o excepcional Mandela interpretou até ao fim). Se haja um Deus, julgo eu que me pergunte algo do estilo. Não havendo, é o que pergunto a mim mesma.
Bom Dia:)
Obrigada Pedro 🙂