(A propósito do texto inicial a que o link nos remete) As cambalhotas argumentativas que certas pessoas dão para manter a lógica de, os amigos são para as ocasiões. Há que defender sempre os amigos (ideológico-partidários, entenda-se), mesmo que estejam em circunstâncias semelhantes às de outros que, por razões igualmente semelhantes, sacrificamos na praça pública. E o pior é que esta lógica maniqueísta, mesquinha e pouco inteligente, mas, sobretudo, pouco útil para a comunidade de que todos fazemos parte, contaminou quase toda a gente. Os poucos que lhe conseguem resistir não passam de cartas fora do baralho, que não contam na vida pública.
(A propósito do texto inicial a que o link nos remete)
As cambalhotas argumentativas que certas pessoas dão para manter a lógica de, os amigos são para as ocasiões.
Há que defender sempre os amigos (ideológico-partidários, entenda-se), mesmo que estejam em circunstâncias semelhantes às de outros que, por razões igualmente semelhantes, sacrificamos na praça pública.
E o pior é que esta lógica maniqueísta, mesquinha e pouco inteligente, mas, sobretudo, pouco útil para a comunidade de que todos fazemos parte, contaminou quase toda a gente.
Os poucos que lhe conseguem resistir não passam de cartas fora do baralho, que não contam na vida pública.
E as pessoas… têm?!
Quais?!
Quantos?!…