Não sei para que são as discussões. O chamado «acordo ortográfico» foi chumbado, logo em 1989, pela Comissão Nacional da Língua Portuguesa, presidida pelo Prof. Doutor Victor Aguiar e Silva e onde tinham assento alguns dos melhores especialistas portugueses, por 12 votos contra e 2 abstenções. aníbal bpn silva (o tal que não sabia quantos Cantos havia n’Os Lusíadas) ignorou esta deliberação e forçou – sabe-se lá porquê e em nome de quê – a assinatura do acordo. Diz santana lopes – o dos concertos de violinos de Chopin – que o “acordo” era uma prioridade do silva que, mais tarde, falou das pressões no Brasil para a aprovação do mesmo. Cometido por esta gente de poucas luzes, insistiu nele sócrates, com uma estranha resolução. A estes três gigantes se pode atribuir o «acordo» que não está legalmente em vigor e tem tanta legitimidade para andar por aí à solta como isaltino de morais, amigo dos anteriores. Neste governo é defendido pelo equivalente relvas. Não é preciso dizer mais, pois não?
Não sei para que são as discussões.
O chamado «acordo ortográfico» foi chumbado, logo em 1989, pela Comissão Nacional da Língua Portuguesa, presidida pelo Prof. Doutor Victor Aguiar e Silva e onde tinham assento alguns dos melhores especialistas portugueses, por 12 votos contra e 2 abstenções.
aníbal bpn silva (o tal que não sabia quantos Cantos havia n’Os Lusíadas) ignorou esta deliberação e forçou – sabe-se lá porquê e em nome de quê – a assinatura do acordo. Diz santana lopes – o dos concertos de violinos de Chopin – que o “acordo” era uma prioridade do silva que, mais tarde, falou das pressões no Brasil para a aprovação do mesmo.
Cometido por esta gente de poucas luzes, insistiu nele sócrates, com uma estranha resolução. A estes três gigantes se pode atribuir o «acordo» que não está legalmente em vigor e tem tanta legitimidade para andar por aí à solta como isaltino de morais, amigo dos anteriores.
Neste governo é defendido pelo equivalente relvas.
Não é preciso dizer mais, pois não?