“Havia, de facto, diversos episódios da sua presidência que justificavam que tivesse de se defender: coisas que devia ter dito e não disse e outras que disse a despropósito; a falta de coragem política para usar o veto político em leis que não eram da governação e com as quais não concordava; a figura constitucional inédita da promulgação após raspanete; o sórdido episódio das ‘escutas’ de Belém; o seu pesado silêncio perante a degradação ética da justiça e a sua inércia para com as humilhantes questiúnculas militares expostas na praça pública, por exemplo”. – Miguel Sousa Tavares, Expresso, 23/12/2010
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Sérgio de Almeida Correia,
