Ler os sinais


Rui Rocha,

Nas últimas décadas, os dois chefes de governo portugueses que abandonaram funções quando o país se encontrava em situação difícil assumiram, mais cedo ou mais tarde, importantíssimos cargos nas mais relevantes organizações internacionais. Os que por cá ficaram, em contrapartida, acabaram por conformar-se com posições comparativamente menores e houve mesmo um que esteve preso. A bem do país, era bom que António Costa se apercebesse disto o mais rapidamente possível.

8 comentários em “Ler os sinais”

  1. Os Sinais mostram que, para subir na vida, não basta ser convidado (várias vezes) pelo grupo Bilderberg, têm que “aprender” passar de Good Fellow a “Prata da Casa”
    Antonio Costa vai fazer melhor do que Durão Barroso, Vítor Constâncio ou António Guterres, individualidades a quem os portugueses “devem” tanto e, vai ser com ele que ainda vamos conseguir, ficar a dever muito mais

  2. Há diferenças incontornáveis nesses dois políticos. Guterres teve coragem para dizer que já não conseguia fazer mais. Durão fugiu. Abandonou o país, para subir de posto e com essa fuga, conseguiu o mérito de ser um péssimo Presidente da UE e a prova da sua mediocridade, está à vista, com o novo cargo que aceitou no Goldman Sachs. Não misture personalidades que nada têm a ver. Um sempre procurou notoriedade através da sua mediocridade, o outro sempre quis fazer mais e mais, em prol dos desfavorecidos.

  3. Contra factos não existem argumentos de esquerda ou direita. Ambos fazem parte da nossa elite e ambos viraram costas ao país. Guterres fugiu do pântano e Barroso fugiu pela querida Bruxelas.Em resumo,foram tratar das suas modestas reformas.

  4. Um escritório em Nova Iorque ou um estaminé no Rato com os sabujos do PS a pingar companheirismo à porta — o que é que vocês preferiam?

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