Nas últimas décadas, os dois chefes de governo portugueses que abandonaram funções quando o país se encontrava em situação difícil assumiram, mais cedo ou mais tarde, importantíssimos cargos nas mais relevantes organizações internacionais. Os que por cá ficaram, em contrapartida, acabaram por conformar-se com posições comparativamente menores e houve mesmo um que esteve preso. A bem do país, era bom que António Costa se apercebesse disto o mais rapidamente possível.
Ler os sinais
Rui Rocha,

Os Sinais mostram que, para subir na vida, não basta ser convidado (várias vezes) pelo grupo Bilderberg, têm que “aprender” passar de Good Fellow a “Prata da Casa”

Antonio Costa vai fazer melhor do que Durão Barroso, Vítor Constâncio ou António Guterres, individualidades a quem os portugueses “devem” tanto e, vai ser com ele que ainda vamos conseguir, ficar a dever muito mais
Muito bom!!!
Há diferenças incontornáveis nesses dois políticos. Guterres teve coragem para dizer que já não conseguia fazer mais. Durão fugiu. Abandonou o país, para subir de posto e com essa fuga, conseguiu o mérito de ser um péssimo Presidente da UE e a prova da sua mediocridade, está à vista, com o novo cargo que aceitou no Goldman Sachs. Não misture personalidades que nada têm a ver. Um sempre procurou notoriedade através da sua mediocridade, o outro sempre quis fazer mais e mais, em prol dos desfavorecidos.
AHAHAH. Vocês é que dão cabo disto. Abram os olhinhos.
Há…. acredita mesmo nisso que escreveu…
Contra factos não existem argumentos de esquerda ou direita. Ambos fazem parte da nossa elite e ambos viraram costas ao país. Guterres fugiu do pântano e Barroso fugiu pela querida Bruxelas.Em resumo,foram tratar das suas modestas reformas.
Um escritório em Nova Iorque ou um estaminé no Rato com os sabujos do PS a pingar companheirismo à porta — o que é que vocês preferiam?
A 1ª, é claro …
O mais longe possível do Rato.
De preferência na 5th Avenue. Muito in!