O meu 5 de Outubro em farpas emotivas contra o situacionismo (aqui em triste retrato, com emplastros). De José Adelino Maltez, no Albergue Espanhol.
Instaurou-se a República. Agora falta construí-la. De José Luiz Sarmento, n’ As Minhas Leituras.
Esta patetice acaba quando? Da Helena Matos, no Blasfémias.
O novo Portugal (V). Do Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
A inevitabilidade. Do Nuno Gouveia, n’ O Cachimbo de Magritte.
A seriedade e a malandragem. De J. M. Correia Pinto, na Politeia.
É fazer as contas. Do Francisco José Viegas, n’ A Origem das Espécies.
Políticos-comentadores. Da Susana Barros, no Correio Preto.
Um cidadão rasca não vale um chavo. Do Tiago Mendes, n’ O Cachimbo de Magritte.
A juventude enjoa. De Rita F, na Rua da Abadia.
Vem aí o Havana style. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Sindicatos, segundo Chaparro. Do João Tunes, na Água Lisa.
Sondagens no Brasil: muito barulho por nada? De Pedro Magalhães, no Margens de Erro.
Albert Camus. Do Bruno Vieira Amaral, no Circo da Lama.
