Reflexão para levar de férias. Do Luís Naves, no Albergue Espanhol.
Se querem falar de mais impostos falem. Não inventem. Da Helena Matos, no Blasfémias.
As sequelas do caso Freeport e as suas analogias. De J. M. Correia Pinto, na Politeia.
Para que serve um Presidente? De Jorge Costa, n’ O Cachimbo de Magritte.
“Quando eu for grande”. Da Joana Lopes, no Entre as Brumas da Memória.
As liberdades dos jovens… De Margarida Corrêa de Aguiar, na Quarta República.
Um casal formidável. De Vasco Lobo Xavier, no Mar Salgado.
Marketing. Do Bruno Vieira Amaral, n’ A Douta Ignorância.
Vá lá. Do Francisco José Viegas, n’ A Origem das Espécies.
Carteiros e cinéfilos. Da Ana Lima, no Dias Imperfeitos.
Maldito na própria casa. Do João Villalobos, no Emoções Básicas.
Um certain béguin. De António Boronha.
À janela. Da Luna, na Crónica das Horas Perdidas.
(em actualização)

Pedro, que sadismo: férias são férias. Quase que temos direito a alieanarmo-nos. Senão, não vale a pena ter férias.
Sexta-feira irei de férias, e não vou querer pensar em nada.
Boas férias!
Aqueles carteiros eram bem capazes de responder às perguntas dos testes cinematográficos da Teresa Ribeiro ou até escrever sobre os filmes das suas vidas. 🙂
Eheheh. Não duvido…