Ricardo Arroja, n’O Insurgente: «Não há coerência. Não há rectidão. Apenas manha, aldrabice e muita falta de vergonha. Mais do que novos poderes, faltam em Portugal novos contra-poderes que limitem e contrariem aqueles que usurpam a democracia desta maneira. Que disciplinem aqueles para quem literalmente vale tudo. Caso contrário, a “filosofia” instalada levará a que sejam uns atrás dos outros, cada qual à espera da sua oportunidade para sacar e aldrabar.»
Ler
Pedro Correia,

Eu julgava que a disciplina defendida por Ricardo Arroja era aquela que diz que, em Economia, vale tudo.
Manha, aldrabice, e muita falta de vergonha é o que o Estado tem permitido àqueles cuja filosofia assenta num literal vale tudo.
https://24.sapo.pt/jornais/nacional/410 3/2019-05-09
O que Arroja pretende é que os Novos contrapoderes se tornem nos Novos Poderes e disciplinem aqueles que defendem que em nome da Economia não vale tudo.
É irónico ler, no site da Iniciativa Liberal, citações de Niezschte, ou Agostinho da Silva, dois defensores bem conhecidos do capitalismo neoliberal e da sociedade burguesa.
O Vorph é sempre muito tempestivo e generoso em proporcionar-nos ligações na Internet que alinhem pelos seus pontos de vista. Nada a dizer, é legítimo e só lá vai quem quer. Mas, metodicamente escavacada a personalidade do autor do texto (é o que o Vorph escreve acima e será, presumo, o que decorrerá de mais estes “links” tão prontamente servidos), há uma coisa que você não faz: demonstrar como errado aquilo que R. Arroja aqui escreve.
Feita a (sua) declaração ideológica, como tal no plano da crença, do dogma, se não se consegue contrariar o que se afirma, se quanto à substância nada há que demonstre a sua falsidade, demagogia ou hipocrisia, assassine-se então e sem mais o carácter de quem o afirma. É, de facto, só mais uma forma de “matar” o mensageiro. Uma antiquíssima prática, suponho.
Costa
Gosto do IL, votarei neles, acredito no princípio “menor Estado, melhor Estado”. Não creio que tenham uma votação surpreendente, mas é preciso começar por algum lado.
O IL não é defensor do capitalismo selvagem, embora por lá militem alguns radicais. Os mercados não podem ser deixados completamente à solta, mas não cabe ao Estado deter os mercados, nem vice-versa – e em Portugal a promiscuidade entre a política e a economia é tão grande que se torna difícil dizer onde terminam uns e começam outros.
Pode ser que me engane acerca do IL, mas se me enganar é nas pessoas, não nas idéias.
E faz o António muitissimo bem. Cada um vote naquele em que mais acredita.
Vorph
Costa, tente expor as suas ideias, em vez de criticar o que escrevo. Ou então “desconstrua” o que afirmo e construa algo da sua lavra. Quantos aos links uso-os porque gosto e porque me apetece. Acho interessante disponibilzá-los pois poderá haver gente interessada em os ver. Como acho interessante a recomendação de livros, documentários etc por outros que pensem de forma diferente. Gosto de aprender e contrastar.
Vote no Dr. Arroja e eu voto noutro qualquer.
Vorph
Das três coisas que o meu caro Vorph acima me manda fazer, as duas primeiras já por aqui as fiz (vou abusando da paciência dos nossos anfitriões há já uns bons anitos). A terceira, além de “ordem” é uma presunção. Assaz ilidível, como é usual.
E em qualquer caso, homem, o voto é secreto. Nem isso aceita, você?
Costa
Então fez bem….eu vou enviar ao jpt uma fotografia do meu boletim de voto.
Vorph
“Isto passa por recolocar o Estado no seu devido lugar: torná-lo um meio ao serviço das pessoas – a tal linha vertical de que tenho falado e que coloca as pessoas no topo – e não um fim em si mesmo. Passa por restituir a liberdade de escolha das pessoas, valorizando não os grupos, mas sim cada indivíduo”
Ora, o que a perspectiva liberal enaltece, ao contrário do socialismo (nas suas diferentes formas), é precisamente a valorização das pessoas.
A Liberdade não depende do Estado. Depende do salário mensal.
https://www.google.com/amp/s/observ ador.pt/2018/09/25/ps-quer-penalizar-emp resas-privadas-que-nao-corrijam-despropo rcionalidade-nos-salarios/amp/
https://www.google.com/amp/s/observ ador.pt/2018/12/24/salario-medio-no-publ ico-subiu-duas-vezes-mais-do-que-no-priv ado-em-seis-anos/amp/
Pelas noticias parece que o Estado tem feito bem mais que o Privado para assegurar a Liberdade Individual.
Para os curiosos, deixo aqui duas ligações de um dos programas de rádio/ podcast mais ouvidos nos EUA (Joe Rogan Experience)
Joe Rogan – The Minimum Wage Destroys Jobs
https://youtu.be/kRxcbai4EH0
Joe Rogan & Peter Schiff on Minimum Wage
https://youtu.be/S6LtyFTEdis
Ben Shapiro’s Problem with Universal Basic Income
https://youtu.be/X2KEYSz7WBY
Peter Schiff é um autor, empresário e comentador financeiro dos Estados Unidos. Schiff é o CEO e chief global strategist da correctora de valores Euro Pacific Capital Inc. Em 2010 foi candidato nas primárias do Partido Republicano para o Senado dos Estados Unidos.
Ben Shapiro foi Director da Breitbart. Todos eles defensores do anarquismo capitalista, vulgo neoliberalismo, ou liberalismo americano.
Decerto inspiradores de Arroja e da Iniciativa Liberal.
Depois de ver a execrável actuação do “Joe” hoje no parlamento, Pedro Arroja está carregado de razão.
Chame-se contra-poder, MP, VOX, União Nacional, seja lá o que for, mas gente como esta não tem lugar numa sociedade minimamente decente.
https://youtu.be/DG153lK-xKs
Vorph
O Joe deu-me vómitos. E estes deputados que aceitam ser humilhados em directo pela pessoa em causa também não ficam nada bem na fotografia.
As comissões parlamentares são emetizantes, de uma forma geral. Esta até teve, em mim, efeitos laxativos:
https://youtu.be/U7-DJIAQ4Ks
Vorph
É taxativo que produziu efeitos laxativos?
Vorph
https://www.google.com/amp/s/eco.sapo.pt/o piniao/tera-o-estado-novo-deixado-um-pai s-de-analfabetos/amp/
Pedro, ainda dizem que o Observador é de Direita, patrocinado pela Instituto Thomas Jefferson.
O Observador comparado com a ECO são uns meninos de coro.
Vorph
Leia o Avante! para desenjoar.
Cruz Credo….antes a Gina
Vorph
Então, vá… Gina.
I,L. Voto a ponderar entre rios erráticos e pântanos familiares.O resto morreu no desabamento do Muro,frankensteins e King-Kongs lusitos.