O ambiente geral. Do José Pimentel Teixeira, n’ O Flávio.
Fogos políticos. Do José Meireles Graça, no Gremlin Literário.
Demitam-se. Do Eduardo Louro, na Quinta Emenda.
O cerco. De Jorge Manuel Cordeiro, no Aventar.
Não vale a pena discutir com pessoas malucas. Do Francisco José Viegas, n’ A Origem das Espécies.
O espantalho, o amigo do espantalho e a captura do Estado. De Henrique Pereira dos Santos, no Corta-Fitas.
Comissão de inquérito à falência da Santa Casa. De João Miranda, no Blasfémias.
A conversão reformista. De Vital Moreira, na Causa Nossa.
Rotherhithe. De Luís Gaspar, n’ A Destreza das Dúvidas.
Sturm und Drang. De Sérgio Barreto Costa, no Blasfémias.
“A escolha do silêncio”. De Francisco Seixas da Costa, no Duas ou Três Coisas.
A atracção dos fatos. De Francisco Miguel Valada, no Aventar.
Um homem inteiro e livre. De José Maria Montenegro, n’ O Palacete.
[Prosa sem bússola nem destino]. Do Rui Ângelo Araújo, n’ Os Canhões de Navarone.

A agradecer a ligação.
Encaminhada que fui até ao seu blogue, destaco “O ambiente geral”, ” Olhar os que morreram” e ” Brincar ao comunismo” pelo sentido de oportunidade e clareza.
Vou voltar com mais tempo.
Obrigado pela simpatia. Espero que futuras visitas lhe continuem a ser agradáveis.