O fogo. Do Manuel S. Fonseca, no Escrever é Triste.
Portucaliptal (15) – Floresta assassina. De Vital Moreira, na Causa Nossa.
Ordenamento do território: como vai ser daqui para a frente. De Dutilleul, no Passa Paredes.
As notícias e as coisas. De José Gabriel, no Aventar.
A morte do escritor. Do Eremita, no Ouriquense.
Hoje Estarás Comigo no Paraíso. Da Maria João Caetano, n’ A Gata Christie.
Bad of Roses (1933) de Gregory La Cava. Do Carlos Natálio, no Ordet.
Crescimento infinito e todos a comer em pedrinhas. Do Francisco José Viegas, n’ A Origem das Espécies.
Peep show. De José Ricardo Costa, no Ponteiros Parados.
Em nome do pai. Da Vânia Custódio, na Caixa de Segredos.
Os pobres do Alçada. De J. Rentes de Carvalho, no Tempo Contado.
A bola. Do José Pimentel Teixeira, n’ O Flávio.
Nos 50 anos da Guerra dos Seis Dias. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.

obrigado pela ligação Até breve
Abraço, até ao próximo repasto.
Seguindo Francisco José Viegas : hoje, ser é ter. Mas a liberdade do ser é quando decide Ter -se a ter.
Ter-se, a ter….assim sim