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Pedro Correia,

O apogeu social do idiota. De Bruno Santos, no Aventar.

A austeridade que mata. De Mário Amorim Lopes, n’ O Insurgente

Keynes e os keynesianeiros saloios. De Pinho Cardao, na Quarta República.

A falácia do imposto sobre o património dos “ricos”. De Rui Albuquerque, no Blasfémias.

Sem razoes para festejar. De Vital Moreira, na Causa Nossa.

Afinal, o problema era a dinamica. De Suzana Toscano, na Quarta República.

O ministério das Finanças. Do Francisco José Viegas. n’ A Origem das Espécies.

“E o trono é do charlatao”. De Carla Romualdo, no Aventar.

Breves notas quenianas (1). Da Helena Ferro de Gouveia, na Domadora de Camaleoes.

Memória breve de ruína em ruína. Do Pedro Rolo Duarte.

É preciso sempre recomeçar. De José Carlos Alexandre, n’ A Destreza das Dúvidas.

0 comentários em “Ler”

  1. Muito obrigado. Acontece que, parafraseando o Almirante Pinheiro de Azevedo, “chateia-me” ser tomado como parvo, para mais com argumentação do mais rasteiro que se viu.

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